3 MOTIVOS PARA VOCÊ TRABALHAR O SEU MARKETING PESSOAL

Todo mundo conhece alguém que conhece alguém.
Essa é a regra número 1 de qualquer relacionamento. Acontece que na maioria das vezes as pessoas acabam por não reconhecer todos aqueles com quem cruzam e que de alguma maneira interagem com elas, criando assim, uma nova conexão. Por isso vou apresentar para vocês 3 motivos pelos quais todo mundo precisa trabalhar o seu marketing pessoal:

Partindo dessa tríade, compartilho 3 possibilidades para que você consiga trabalhar ainda mais o marketing pessoal na sua vida:

IDENTIDADE  

As pessoas costumam esquecer que marca não é somente aquilo que compramos ou consumimos em algum centro de compras. Marca é, entre muitos significados, identidade. Por ela ser e ter identidade é que nós precisamos compreender o quanto carregamos conosco (e deixamos para o mundo) marcas de quem somos.

Se a cada novo dia somos uma nova pessoa, como podemos deixar o entendimento de que temos identidade, se eu mesmo posso alterar um pensamento ou uma função? A resposta é simples mas não modesta: tenha identidade nas suas convicções. 

O mundo só acredita naquilo que ele enxerga, logo, mostre à ele o que há de melhor em você!


NECESSIDADE

Partindo do entendimento de identidade e já compreendendo que deixamos uma parte de quem somos para qualquer pessoa com quem interagimos, é importante saber que as relações (sejam elas quais forem) têm necessidades… E por isso, precisamos contar, explicar e se preciso, relembrar, características que possam ser úteis para os outros e/ou para o mundo. 

Vale ressaltar que o mesmo aplicamos em constante realização de modo rotineiro e não tão racionalizado: lembramos das pessoas pelo que elas nos comunicam sobre quem são. Assim, se precisamos delas, sabemos à quem recorrer.


INTERAÇÃO 

Quando interagimos com o cotidiano da vida, muitas vezes não percebemos o quanto a conexão criada por nós ou por outros, impacta no que estamos fazendo, no que já fizemos e no que faremos logo mais. Por isso, todos nós somos uma marca que imprime necessidades ao mundo, para que ele entenda como agiremos a partir de então.

É importante percebermos que contato não significa ser um networking. Mas conhecer alguém significa carregar consigo parte de quem encontramos, e uma das frases populares brasileiras mais faladas no país, nunca fez tanto sentido antes: “a primeira impressão é a que fica“. Só que existe um porém: ela só “fica” porque interagimos com alguém, sentimos e entendemos algo sobre o indivíduo.

MASTER CLASS SOBRE MARKETING PESSOAL

Que alegria ter a oportunidade em voltar mais uma vez para a instituição aonde me graduei em Marketing para falar sobre a minha maior especialidade de mercado. Dessa vez dividirei a turma com o coordenador do curso, sendo a aula fechada para os alunos do centro universitário.

FLORESTA AMAZÔNICA

2019 tem sido um grande ano para a minha vida profissional. Dessa vez, tive a imensa oportunidade em ir palestrar sobre Branding & Tendências da primavera 2020, com a Colcci em Manaus (capital do Amazonas). Por estar na região, consegui estender o meu final de semana e fazer um legítima imersão na Floresta Amazônica. Confira a baixo um pouquinho dessa experiência:

Entre os sentimentos que pude sentir, a plenitude é a certeza de que somos tão ínfimos quanto complementares, clareza da qual só a natureza é capaz de nos fazer sentir.

Assistir ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões (Amazonas) é um daqueles momentos que você pensa: estudar faz sempre muito sentido – porque só Deus sabe como eu estudava para geografia nos tempos da escola. Espetáculo natural à parte, a experiência de ver duas águas não se misturarem, só reiterou a ideia do quanto as diferenças não precisam serem iguais tão pouco afirmativas umas com as outras; no entanto, podem sempre conviver harmonicamente bem juntas. Isso é o mais incrível!

Pude também boiar com os botos e vê-los serem alimentados, um sonho que se realizou! E nesse momento, eu me senti quase como se estivesse com um cachorro golden retriver na água doce, pois o boto cor-de-rosa é um animal dócil, elétrico e inteligente. Essa experiência foi sensacional também.

Em paralelo a toda esta imersão, andar pela floresta em trilhas e palafitas só registraram o meu sentimento de gratidão a toda aquela plenitude natural. Vi a famosa borboleta azul passar por mim (mas não consegui fotografa-la a tempo), convivi com macacos, e estive em contato direto com uma flora altamente plural e viva… Ao ponto de encontrar a tão famosa Sumaúma, a rainha da floresta.

Se tudo o que eu já havia visto, sentido e vivido me completou, deparar-me com uma árvore que chegará até seus 800 anos de vida, foi algo que ainda estou assimilando, pois confesso que me coloquei a repensar no quanto tenho carregado comigo sentimentos que nem sempre são positivos. Comecei a me permitir (re)pensar no que tenho feito comigo, uma vez que se eu não vou chegar nem perto do tempo de vida da Sumaúma, porque carregar efeitos e feitos não tão felizes? A gente tem sempre o direito de escolher. E bem, eu escolhi ser muito feliz!

Foi aí, que na sequência disso tudo eu pude conhecer a tribo nativa da floresta amazônica, os Dessanos. Num misto de emoção com euforia, ouvi histórias sobre como podemos nos conectar energeticamente com o que desejamos e como podemos fazer para nos despir de emoções das quais não nos pertecem. Mágico! Mas ainda assim, extremamente real.

Que experiência meus amigos.
Para toda a vida!

O QUE APRENDI SOBRE ‘ATENDIMENTO’ COM A LOUIS VUITTON

Ainda em 2018 vivi uma experiência muito especial que acabei não compartilhando por aqui… Tive a grata felicidade em conhecer sobre o processo de atendimento empregado por uma das maiores e mais lendárias marcas de alto luxo do mundo: Louis Vuitton.

Fui recebido por Darlei ‘Dan‘ Bittercourt, o embaixador da marca na América Latina, responsável por gerar relacionamento e ampliar o branding para os clientes mais fiéis. Assim com eu, Dan também é gaúcho e está na marca há mais de 10 anos, o que o permitiu viver e inteirar-se por completo sobre todos os aspectos de “encantamento com o consumidor” que uma grande casa da moda precisa fazer para fidelizar seu consumidor.

Dan & Eu, na loja do shopping Cidade Jardim, antes de ter uma super aula em forma de reunião com o embaixador da marca na América Latina

Um dos aspectos levantados por Dan é a capacidade de seus colaboradores se sentirem embaixadores da marca dentro de suas lojas em cada cidade do mundo. Esse valor empregado na marca faz com que todos queiram falar mais de uma língua, queiram valorar ainda mais o processo e entender como/onde tal peça será usada pelo consumidor final.

Esse tipo de relação mais próxima entre cliente e marca, é uma das percepções que a Louis Vuitton tem procurado empregar a cada nova temporada, principalmente para dar visibilidade a uma geração que tem dificuldades em querer consumir o alto-luxo: Generation Z. 

Ao contrário dos Millenials, tenho estudado em minhas pesquisas o quanto a geração sucessora (da qual faço parte, inclusive), não é trabalhada por outras marcas de luxo dentro de um mercado piramidal de consumo. Esse “gap” permite com que novas empresas ganhem ainda mais espaço, resignificando o termo “luxo”, e assim, desenvolvendo novas personas para o mundo.

O diferente, aplicado pela Louis Vuitton, é o fato da marca querer contar “verdades” através de histórias… Não a toa que o novo diretor criativo do masculino na label é Virgil Abloh, cujo trabalho vem buscando representar signos fortes como futurismo (coleção inspirada no futuro/espaço), diversidade (movimento queer), e claro, collabs do street para as artes. Nada por lá já foi feito a toa ou de qualquer jeito. Isso faz muita diferença!

Por isso, ter tido a oportunidade em me inteirar um pouquinho sobre como uma marca quase bi-centenária se mantém em tamanha relevância depois de tanto e de tudo, faz com que percebamos a importância do capital humano e de como queremos ser vistos no mundo… A resposta parece clara, mesmo que para algo gigante como eles: trabalhar o endomarketing nunca fez tanto sentido, se desejamos ser vistos como os melhores fora dos domínios da empresa.