O IMPACTO DAS EMOÇÕES COMO SUPER FERRAMENTA DE TRABALHO

Você já se questionou sobre qual tipo de sentimento estava sendo gerado quando colocada em prática alguma ação? Esse modelo de consciência do entendimento emocional, tem sido optado por grandes corporações de tecnologia que já perceberam a necessidade do valor humano e do quanto as suas emoções impactam no processo de trabalho, afinal, o homem não é uma máquina.

Quando pensado em novos resultados dentro do mercado tecnológico, muitas empresas ao longo das últimas décadas entendiam que precisavam criar um novo produto ao invés de olhar para a experiência do ser. Deborah Vecchio, alfabetizadora de emoções e referência nacional quando o assunto é educar o comportamento humano através de suas emoções, explica que o homem ainda é a razão criativa pela qual a máquina não consegue superá-lo.

Por mais perfeita e exata que seja a atuação de uma máquina, o homem ainda é capaz de gerar através das suas emoções as mais distintas reações criativas. São elas que o diferenciam de um software, criado por um humano, muitas vezes com vida própria, mas que ainda assim, limita-se por não desenvolver emoção.

Para Deborah, as pessoas dentro do mercado como um todo, independente da área de atuação, necessitam olhar para si identificando quais sentimentos estão intimamente ligados a performance de atuação nas suas atividades profissionais. São elas que conseguirão trazer melhores resultados para as empresas, oportunizando uma integração e troca ainda maior entre os seus colabores, o que irá permitir que a entrega emocional seja cada vez mais direcionada.

Um dos pontos percebidos neste cenário tecnológico, é que muitos colaboradores não conseguem solicitar auxílio para o colega ao lado, levando as empresas a terem mais custos, pois necessitam solicitar ao mercado uma resposta que estava dentro da equipe.

Deborah afirma que o capital humano está precisando educar as suas emoções para que através deste auto conhecimento, seja conseguido alcançar melhores resultados em desafios cada vez mais intensos.

As emoções devem ser entendidas como a ‘super ferramenta’, pois são elas que desenvolvem sentimentos de impacto no futuro retorno obtido. Aqueles que já perceberam isso, estão conseguindo uma melhor colocação diante do mercado e uma consistência muito maior em suas equipes.

TEXTO ORIGINALMENTE PUBLICADO NO LINKEDIN

WE WEAR CULTURE, UMA SUPER FERRAMENTA

Vocês já haviam ouvida falar na ferramenta We Wear Culture, desenvolvida pelo Google? Bem, para mim ela não é tão nova, no entanto, eu ainda não a havia experimentado e entendido a super ferramenta que ela pode ser!

Segundo o FFW, o projeto é fruto de colaborações com mais de 180 instituições culturais em 42 países, como Met, Central Saint Martins, Royal College of Art, Fundação Cartier, instituições russas, africanas, escandinavas, sul-americanas e várias outras ajudam a compor o quadro de parceiros. Uau! Daqui do Brasil participam o Museu da Moda Brasileira, o Museu da Pessoa, Museu Imperial, Museu Afro Brasil, Museu Carmen Miranda, Museu do Índio, Museu da Casa Brasileira, Instituto Moreira Salles, Conservação Rio+, Museu do Futebol e MASP. Uau de novo! 

E sabem o que é o mais legal disso tudo? A ferramenta nos possibilita pesquisar desde materiais, artistas, movimentos de arte, até figuras históricas e lugares, dando ainda um grande destaque para quem gosta de moda, pois lá, consegue-se encontrar uma infinidade de figurinos da era vitoriana até figurinos mais recentes de estrelas pop como Carmem Miranda, Cindy Lauper, Madonna, Rihanna, entre outras.

Se animou? Então, sugiro criar um login para acessar o site, pois assim você conseguirá favoritar seus temas e assuntos que mais te interessam.

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O DIA EM QUE CONHECI O ESCRITÓRIO DA DIOR

Trabalhar com o mercado do luxo já foi um grande sonho meu. Hoje em dia, eu não entendo mais o luxo como antes… Vejo o segmento AAA com uma grande oportunidade para analisar comportamentos, tanto quanto em classes mais robustas e simples.

No entanto, não nego e jamais negarei a minha paixão pelo valor criativo que certas marcas carregam em seu legado. Esse é o caso da DIOR.

Tive a grande oportunidade em conhecer uma profissional que eu admiro muito, e que para mim é uma grande conectora de comunicadores pela América Latina, o nome dela é Priscila Monteiro.

Priscila é a PR da marca na América Latina e a responsável por conectar comunicadores, influenciadores e integrar a DIOR à atualidade no continente. Fora esse cargo muito especial, Priscila me mostrou uma maison muito viva, muito atenta ao que mundo tem procurado ouvir e falar, principalmente depois que a marca ganhou a sua primeira diretora criativa: Maria Grazia Chiuri.

Aprendi que alguns legados são construídos pelo exemplo, o que a DIOR tem procurado carregar consigo até hoje: ela é uma das principais marcas que apoia o movimento feminista como um todo, permitindo que a mulher DIOR seja uma persona fundamental para o seu universo.

Foi, sem dúvidas, um dia sensacional para mim.

PORQUE A FACEBOOK COMPANY É UMA EMPRESA TÃO LEGAL?

2018 foi um ano muito especial para minha vida profissional, pois nele encerrei um ciclo, dei início à outros, conheci tantas pessoas e fui em lugares que eu sempre sonhei conhecer.

Entrar no escritório do Facebook Brasil é muito similar ao sentimento de ir visitar o Google, pois você usuário de Instagram, Facebook e/ou Whatsapp já se imaginou sem eles na sua vida hoje? Pois é, justamente por isso que entender como uma das principais empresas do mundo interage com os seus usuários, que me fez ser convidado para conhecer a sede brasileira da marca.

Num workspace muito legal, numa vibe muito especial, o Facebook Brasil é um lugar praticamente mágico. Lá, tudo parece fazer parte do mundo de hoje. Conversamos bastante no quanto a migração de jovens nascidos na metade dos anos 1990 até 2010 (aka Gen Z) têm demonstrado aversão ao Facebook. Ao mesmo passo que esses jovens tem questionado mais, tem se preservado mais ou se exposto com o objetivo em encontrar “verdades” pelo instagram. É uma geração que questiona, que não bate panela para protestar, mas que faz stories chingando e que escreve textão ou textinho em legenda de foto.

Falamos também sobre como o IGTV ainda é um embrião mas que vem ganhando força no mercado. Além da necessidade em ter stories nas três ferramentas da empresa.

De um modo geral há muito o que vir por aí, e a gente vai continuar cada vez mais integrado. Preparem-se, porque o futuro já começou, e ele é extremamente conectado. Talvez seja por isso que a Facebook Company seja tão especial: por nos permitir conectarmo-nos.

TWITTER & A GERAÇÃO Z

Sou usuário do twitter à exatos 10 anos, tendo entrado na plataforma em setembro de 2009. Lembro que quando me cadastrei, jamais imaginaria os lugares aonde a ferramenta me permitiria ser conhecido por aquilo que eu falava/apresentava. Quando entrei no ensino médio nunca me esqueço de no primeiro dia alguns alunos ficarem chocados que eu era eu, o na época @26math (hoje @itbrboy, pode me seguir por lá inclusive!).

O tempo passou e eu comecei a reduzir o uso da ferramenta, por algum motivo que eu ainda não sei qual foi. No entanto, depois de ter ido visitar o escritório brasileiro de uma das principais redes sociais do planeta, é que eu afirmo: voltem para o Twitter, pois ela será a principal ferramenta de voz até 2020

Durante o bate-papo que tive com a equipe do passarinho azul mais famoso do mundo, entendemos que segundo os aspectos apresentados por mim e confirmado por eles, toda essa nova geração precisa e tem procurado por novos espaços de voz e de compartilhamento, uma vez que todxs querem se sentir representados.

Desde 2010 a realidade comportamental a nível mundial na qual estamos inseridos, vem se transformado em inúmeros aspectos, pois o mundo entrou numa linha mais conservadora de pensamento e com muitas pessoas cansadas de serem postas à margem. Embora seja também uma fase antagônica no sentido comportamental, ela é extremamente presente nas distintas realidades dos usuários do Twitter. O que faz muito sentido ela alarmar assuntos importantes; fazer parte historicamente de momentos como “A primavera Árabe”, entre outros; além de auxiliar empresas e governos à aproximarem-se de seus consumidores/cidadãos. 

Falamos também da forma como esse usuário tende a buscar conhecimento, tende a se informar e comunicar, como ele reclama ou elogia, e ainda, como consome lá aquilo que em algumas outras plataformas não é permitido compartilhar (tipo, conteúdo pornográfico). Isso tem colaborado bastante para que a ferramenta volte à fazer parte da rotina de seus usuários inativos, e fortaleça aqueles que nunca a abandonaram.

Para mim, a visita foi incrível em diversos sentidos: descobri que o escritório tem uma sala de ginástica/yoga; além de uma sala SPA, destinada para manicure e pedicure, e, massagem.