QUER ENTENDER COMO PODEMOS NOS APRESENTAR AO MUNDO

Pensado e feito todinho para você! Afinal, pensar que vivemos numa era globalizada é um tanto retrógrado se compreendermos que hoje a comunicação integrada converge entre todas as mídias, uma vez que os canais de comunicação tornaram-se muito mais segmentados e engajados.

CURSO DE MARKETING PESSOAL

DO ON (line) PARA O OFF (line)

Esse engajamento se motiva pelas novas perspectivas oferecidas pelo mundo, ou seja, todo acesso a informação que temos a nossa disposição se dá por canais específicos os quais estamos conectados e dispostos a nos comunicar, compreendendo desta forma a sua imagem perante o mundo, cuja qual irá refletir em quem você é, respondendo ainda por quem você irá se tornar.

Idealizado com o objetivo de auxiliar todos aqueles que procuram melhorar o seu relacionamento com o mundo, o curso de Marketing Pessoal oferecido pela FADERGS através de Matheus Rocca Vecchio Almeida (aka @itbrboy) irá apresentar técnicas de Marketing 4.0, focando na gestão do relacionamento com as mais diversas áreas, dentro e fora da internet, além de exercícios práticos sobre o tema.

QUANDO ELE VAI OCORRER?

• 06/10 (sexta-feira) - Das 18h até as 22h
• 07/10 (sábado) - Das 09h até as 13h
• 13/10 (sexta-feira) - Das 18h até as 22h
• 14/10 (sábado) - Das 09h até as 13h

E O LOCAL + PREÇO?

O curso vai acontecer no Centro Universitário FADERGS no campus Riachuelo, aqui em Porto Alegre. Além disso, ele possuirá 16h certificadas pela instituição acadêmica.

Já o curso tem um valor de R$190,00 em 2x, obtendo maiores informações de inscrição através aqui neste link.

CARTA ABERTA AOS EMBUSTES QUE PASSARAM POR NOSSAS VIDAS

Antes de tudo, um muito obrigado. Talvez você até tenha ciência do grande imbecil que você foi, mas eu precisava compartilhar o meu reconhecimento pela tua passagem em minha vida, principalmente por você ter ido embora.

Não foi um ou tão pouco serão dois, ou meio dúzia, ou trezentos. O número na verdade pouco importa, assim como os Eduardos, Ivans, Diogos, Joãos e todos aqueles que você iria incluir nessa sua listinha de “embustes”.

Embuste, para quem não sabe, vem do português brasileiro popular com a significância de mau partido; pessoa ruim; ou ainda, pessoa que não te fez bem ou que possa ter te prejudicado de alguma forma. Ainda assim, alguém que passou por sua vida.

A gente poderia apontar todas as falhas individuais de cada um, mas vocês sabem, todos somos humanos e não somos plenamente ruins ou plenamente bons. Somos imperfeitos. Acontece que todas as vezes que esses caras me disseram (aqui você pode se colocar no meu lugar) que eu era muito para eles, que eu era intenso por demais, que eu, eu, eu, eu, tudo era eu, e realmente eu não conseguia acreditar e tão pouco compreender porque eles me diziam isso tudo, hoje eu os entendo.

Entendi que na verdade eu não nasci para ser felizinho. Nasci para ser muito feliz! E por querer e merecer ser muito feliz, é que não sirvo para alimentar o ego de ninguém. Ainda mais o afetivo. E é aqui, na lógica racional de nossas emoções, que eu os faço prestar atenção na plenitude de nossas ações: não está errado e nem nunca esteve o fato de fazermos as “coisas” por inteiro, afinal, não sabemos ser metade. Tão pouco esteve errado arriscar em dar certo, uma vez que a vida é feita de tentativa e erro. Mas o erro sempre tem um preço… Eu é quem decidi não ser mais o acerto de contas.

Portanto, a minha gratidão à todos aqueles que já passaram por mim e que de alguma forma souberam com o tempo me fazer reflexionar o quanto cada atitude deles me empoderou e me transformou na pessoa que eu sou. Afinal, eu entendi que na verdade quem não merecia vocês sempre fui, nunca o contrário. Aquele cara que um dia você pisou, ele hoje nao se permite mais.

Ah, e fica um recado: tentem não vacilar mais para vocês mesmos, uma vez que brincar com os sentimentos dos outros jamais será para o outro.

A vida da gente é feita de escolhas, e eu escolhi ser Muito Feliz!

O NOVO MODELO DE ESCRAVIDÃO

Quando pensamos em Escravidão logo nos remetemos ao período onde a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, abolindo a escravatura do Brasil e assim, erradicando-a do planeta. Mas estamos enganados. O regime escravista ainda é muito presente no mundo todo, por isso, acredito ser interessante explicar o significado segundo o dicionário brasileiro Aurélio sobre “o que é Escravidão”:

  • Circunstância em que se encontra o escravo; condição da pessoa que serve; servidão: a escravidão é inconstitucional. 
  •  Governo ou sistema que se baseia na escravização de indivíduos; escravismo. Que se sujeita ou tende a se sujeitar a um poder arbitrário (déspota); sujeição: falta de liberdade.

PORÉM, TEMOS UM OUTRO PROBLEMA DE LEITURA!

A Escravidão não é apenas afirmada pela maneira abusiva a qual a relacionamos diretamente quando a remetemos ao passado. Ela está presente no nosso sistema de trabalho atual e precisamos atentar mais sobre ela, justamente com a intenção de modificarmos o cotidiano trabalhista e assim, darmos melhores condições de trabalho para todos:

Quando digo que a Escravidão está presente no nosso sistema de trabalho, quero afirmar que ela se enquadra na leitura de mais de 8 horas de serviços prestados, obrigando seus colaboradores a trabalharem (indiretamente) a mais do que o horário combinado, recebendo um pouco mais do que um salário mínimo por mês.

A diferença do cenário de 1888 para 2017 é que hoje temos o auxílio da internet, desenvolvida por uma geração de millenials que abomina qualquer forma de trabalho que possa prejudicar o ser. Ou seja, vivemos um cenário mais exposto e analítico, mas ainda assim, discreto quanto a aceitação do trabalho escravo.

Imagine você sendo um trabalhador de classe baixa, média-baixa ou até média, num país continental como o nosso Brasil, você inevitavelmente precisa pagar as suas contas e dar segmento para a sua vida. Por linhas gerais, essa é a realidade. O ponto chave desperta-se quando o indivíduo opta em aceitar um emprego que com as características já citadas a cima, o instigam a acreditar que ele não é capaz de conseguir algo melhor do que o que ele vive de realidade, que o seu emprego atual deve ser valorizado como única possibilidade, pois o mundo está muito duro e apertado com relação as oportunidades. Portanto, fazer parte da empresa você até já faz doando-se mais do que o necessário, mas não se engane, você é apenas um número, não um resultado significante. E é exatamente aqui que peço para refletirmos.

SOMOS NÚMEROS
X
SOMOS PESSOAS

Fomos os últimos no mundo todo a aceitar a libertação de pessoas como serventes, contando-as em ordem numérica com a intenção de ostentar a serventia, isso em 1888. Na atualidade (de 2017), os índices de grandes empresas listadas como as melhores para se trabalhar no Brasil (clique aqui), chocam quando nos deparamos com relatos de que a estimulação da dependência e a não integração de seus funcionários no plano de desenvolvimento integrado, é algo que preocupa a mim e certamente a toda geração Z. Afinal, nós queremos fazer parte do negócio, nos sentindo integrados a empresa e próximos do aprendizado, não da serventia numérica.

Se você faz parte de um local de trabalho que começou a adequar-se ao modelo “Google” de negócio, atente se o hype da sua empresa é realmente verdadeiro. Grandes corporações tem oferecido saída antecipada nas sextas-feiras (geralmente no meio da tarde) aos funcionários que trabalham em seus escritórios, mas os obrigando a pagar toda essa carga horário com horas extras ao longo da semana. Há ainda aquelas que liberam seus funcionários para o “home-office” na tentativa de mostrarem ao mercado que são hypadas… Mas atentem, elas exigem que os funcionários estejam disponíveis em suas telas para todo o momento de trabalho (as vezes maior do que se fosse na empresa) quando forem solicitados. Ou ainda, empresas varejistas com subcargos do subcargo para seus funcionários em áreas administrativas ou comerciais, que os incentivam a integrar suas funções (de modo numérico), alternando horários e carga-horária de trabalho como se o funcionário não tivesse vida. Novamente, essas empresas tornam por acabar influenciando e fazendo seus colabores a acreditarem que suas função é a única oportunidade de vivência dentro do mercado e que caso ele não queira fazer parte dela ele tem a opção de ficar sem nada pois a empresa é a única que lhes abriu as portas.

2017, EM QUE ERA VIVEMOS?

A era da relação. Venho falando muito e tendo um bom espaço para propagar interações sobre e com a Geração Z, o que me possibilita afirmar o quanto essa geração precisa (e quer) se relacionar com o mundo. Isso representa todo o novo olhar que nos próximos 10 anos vão estar integrados ao mercado mundial.

Portanto, pensar e propagar a intenção abusiva do trabalho, mantendo seus colaboradores como números e não como parte do sistema de modo real e justo (com boas condições de remuneração e aprendizado na empresa), registram no tempo o atraso em que a sua corporação ainda insiste em preservar.

Não adianta mentir midiáticamente sobre ser uma boa empresa, pois já sabemos da divisão de RH, e na maioria das vezes ela prioriza, disfarça, omite e reafirma dados falsos sobre como a empresa realmente é.

GERAÇÃO Z: O FUTURO COMEÇA AGORA!

Maio foi o mês responsável por lançar a minha nova palestra dentro do mercado brasileiro, intitulada “GERAÇÃO Z: O FUTURO COMEÇA AGORA!”. Como vocês sabem, pesquisar sobre a GEN Z é algo que venho fazendo há bastante tempo, uma vez que pertenço a geração e vivo ela desde o momento em que nasci.

ANTES DE TUDO, O QUE É
“GERAÇÃO Z” MATHEUS?

Bem, Geração Z é a geração que compreende todos os nascidos depois de 1995 até 2010. São jovens-adultos que neste ano de 2017 tornaram-se maiores de idade em todo o mundo, completando 21 anos, onde agora suas vozes começam a ter maior notoriedade áreas profissionais e campos comportamentais como política, sociedade, mercado e no setor financeiro.

Entre tantas características e sem uma conclusão plena (pois afinal, é uma geração que vive um momento em construção de desenvolvimento nos campos citados acima), a Geração Z diferencia-se da postura dos Millenials (ou geração Y) por características mais otimistas e menos impulsivas, o que nos propõe uma análise mais crítica e feroz diante do mercado mundial sobre a importância e a necessidade em saber apostar nesses jovens.

COMO FUNCIONA A PALESTRA?

É importante iniciar dizendo que a aplicação da palestra “Geração Z: O Futuro Começa Agora!” é realizada de modo extremamente dinâmico e participativo, o que me permite realiza-la no formato treinamento também.

Com tempo médio de 1:30h / 1:50h, a palestra é direcionada para empresas públicas e privadas, instituições de ensino e eventos que queiram compreender as características dessa nova geração, encontrando análises de como podem aproveitar e explorar melhor seus novos funcionários e também, como diferencia-los das Egerações anteriores.

+ INFORMAÇÕES

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, SOLICITE NOSSO MATERIAL COMERCIAL ATRAVÉS DO E-MAIL: ITBRBOY @ ITBRBOY.COM 

FOTOS PEDRO ANTÔNIO HEINRICH • APOIO OSKLEN

5 MOTIVOS PARA ADMIRAR GIOVANNI BIANCO

Eu gostaria de dizer que o título correto dessa análise muito particular deveria ser 5 MOTIVOS PELOS QUAIS EU ADMIRO (TANTO) GIOVANNI BIANCO. Se você ainda não o conhece ou nunca ouviu falar de um dos brasileiros mais influentes no mundo das (boas) conexões, entenda agora.

GIOVANNI BIANCO
@gb65

Nascido numa família italiana cuja presença em sua vida o oportunizou a transformar-se em globetrotter, foi muito importante para que ele nos ensinasse a querer fixar-se no mundo sem ter um ponto definido. Depois de estudar artes e compreender que o seu “tino para o negócio” era justamente em saber conectar pessoas, ações, movimentos, figuras e linguagens, ele conta em suas entrevistas que foi desta maneira que chegou na Itália, sem muito estilo na hora de se vestir mas com muita vontade, feito que o fez chamar a atenção e a confiança de Stefano Gabbana e Domenico Dolce, os quais abriram portas para ele e a partir de então, tem se tornado a figura emblemática que é.

Agora fica um pouquinho mais fácil compreender os meus 5 motivos, confira:

1 • BRASILEIRO DE CORAÇÃO, CIDADÃO DO MUNDO COM EMOÇÃO

Giovanni me inspira já fazem uns 5/6 anos, desde quando eu li o seu nome como partner de alguma campanha da Marni na internet. De lá pra cá, eu compreendi o porque da marca italiana virar tão cool e ganhar o mundo: era o olhar de Giovanni que começava a inspirar o universo dela. E digo mais: não só dela, como de sua extensa lista de clientes. Em seu próprio site, meu maestro (posso chamar assim, vai? Ainda vou trabalhar com ele!) explica que criou a GB65 (sua agência criativa) com a intenção de atender clientes globais, auxiliando-os desde a sua imagem no mercado internacional, seu direcionamento comportamental e as linguagens de comunicação utilizadas em todos os canais, feitos que já são muito bem atendidos e que o tornaram um dos brasileiros mais influentes no mundo todo. SAIBA MAIS 

2 • VISÃO NÃO É ALGO QUE SE COMPRE, MAS SE ADQUIRE!

Como aluno de Marketing é mais do que sabido por mim que momentos de crise são momentos muito importantes para se investir em ideias, transformar teorias em oportunidades, movimentar estruturas e criar novos caminhos. O que só vem a comprovar no caso do Giovanni é que em pleno 2001 (pós virada de século, início da globalização como fator definitivo a partir da internet e pós atentado de 11 de setembro) ele decide empreender e abrir a sua própria agência/empresa. Eu o admiro tanto que perceber o quanto ele foi corajoso em querer abrir um negócio tão forte no mundo com a intenção de ser internacional mesmo e com um baita problemão como foi o ocorrido no período, só o fazem ainda mais inteligente ao saber perceber oportunidades e efetiva-las com coragem. O resultado? Bem, são poucos na história que podem dizer que já trabalharam ou responderam pelo posicionamento de imagem/artístico/comportamental de pessoas tão célebres quanto Madonna, Gisele Bündchen, Anitta entre outras figuras poderosas do cenário global.

Giovanni desta maneira me ensina a persistir nas minhas convicções, a não desistir de ante dos meus anseios e a (tentar) pensar sempre grande. Visão é algo que realmente não se compra, mas se adquire com o tempo!

3 • DIREÇÃO CRIATIVA

Quando decidi deixar de ser “blogueiro” pra assumir a minha posição como jornalista, eu ainda me sentia insatisfeito em só produzir conteúdo. Foi desta forma que decidi trabalhar com Assessoramento Criativo. Um dos norteadores para essa decisão? Giovanni Bianco. Giovanni não só atua como um bom conector, mas estabelece relação entre o mundo e aqueles que ele deseja comunicar. Eu adoro a forma como ele engaja seus clientes e a maneira a qual traqueja seus movimentos dentro do mercado.

Em 2017, ainda neste ano, Giovanni foi indicado e nomeado como novo diretor criativo da Vogue Italia, a mais criativa de todas as Vogues no mundo. Mérito muito bem merecido, tendo em vista todo o legado criativo que ele vem construindo junto aos nomes com os quais já trabalhou. E é por isso que eu reitero: precisamos aprender a nos comunicar mais, a administrar melhor os vínculos que fazemos e a atentarmos aos signos que deixamos no mundo a partir da nossa imagem.

4 •  CRIAR UM LEGADO (EM EQUIPE)

Todas as vezes que me perguntam onde quero estar daqui a 10 anos, eu geralmente não consigo mensurar com exatidão o local em específico, mas consigo perceber um grande desejo em querer aprender durante essa década inteira com pessoas que possam fazer a diferença na minha vida. E é exatamente por isso que eu admiro tanto o Studio GB65, porque me conectei à várias pessoas da sede brasileira até a americana, entendendo suas passagens, a oportunidade, o divisor de água e a grande experiência que foi trabalhar lá: o legado criado em equipe, assinado por Giovanni.

Por isso decidi me dedicar a novos projetos para quem sabe no futuro (breve ou não) ser mais um dos integrantes dessa equipe incrível que ele construiu.

5 • IDENTIDADE É A ALMA DE QUALQUER NEGÓCIO

Não foi com Giovanni que eu entendi a necessidade de se criar elementos que marquem a nossa identidade, mas foi com ele que eu compreendi a efetivação disso. Quando parei para analisar o processo criativo da Madonna, lá estavam característica dela. Quando fui revisitar campanhas dos últimos 10 anos da Givenchy (durante a era Tisci), lá estavam todos os elementos dele, co-direcionados por GBianco. Assim, foi o mesmo com o livro da Gisele: era ela em todos os aspectos. Isso se perpetuou por vários outros clientes que decidi estudar e analisar, onde concluí mais uma vez que identidade é a alma de qualquer negócio. Sem ela nós não temos condições de criar valor no mundo, e sem valor, nós não conseguimos expressar quem somos ou onde queremos estar.

ESPERO QUE O MESMO SENTIMENTO QUE EU SINTO PELO MAESTRO BIANCO, SIRVA DE ESTÍMULO PARA TODOS VOCÊS, POIS TODOS PRECISAMOS DE BOAS REFERÊNCIAS E ELE DEFINITIVAMENTE É UMA DAS MINHAS!