E AGORA, PARA AONDE IREMOS?

Em tempos de quarentena, muito tem sido questionado para aonde o mundo irá se direcionar, como ele irá se re-significar, como estaremos após todo o caos da pandemia ter passado? Essa é uma resposta que ninguém, com plena clareza e total certeza, tem.

Se estamos sem grandes respostas que possam nos iluminar diante dessa situação tão obscura, como poderemos enxergar o futuro? Uma das principais análises é a interpretação do presente, tendo ela como principal fonte segura de informação e percepção, para então, termos condições de clarear qualquer pensamento futuro.

Dentro dessa linha de raciocínio, tenho pensado em meu recluso momento de quarentena, no quanto a vida das pessoas tende a ser alterada nos próximos instantes. Formas de ensinar adequaram-se a um mundo de possibilidades digitais, home-offices foram ofertados e permitidos para atividades antes não pensadas, relacionamentos estão sendo forçados a conviveram digitalmente e a distância, a forma de consumir tudo e todos parece estar se reinventando no agora.

Há quem diga que o capitalismo está passando por um novo momento. Outros, pensam que é o momento de revalidação da mídia, da ciência, da saúde e das políticas públicas. Entre tantas possibilidades, algumas percepções podem nos fazer refletir sobre o comportamento futuro:

Entendo que os jovens das geração millenial e da geração Z pertençam a um grupo que já estava em programação de “reinvenção” do que conheceríamos como “mundo futuro”.

Muito embora os 30- (ou menores de trinta anos) representem uma parcela significativa do mercado de trabalho, sejam grandes percentuais de consumo (em diversos mercados), tenham conquistado grande presença política, efetivando a necessidade da religião e de aspectos sociais para um todo, esperar que a percepção de jovens enclausurados em suas casas seja diferente de um longo período de férias, neste momento é exigir demais para uma juventude que não viveu tempos de mudanças expressivas num mundo complicado e apoteótico como foi a Segunda Grande Guerra Mundial.

Uma mudança necessita de mais tempo para ser exercida, pelo menos é o que a história apresentou até agora.

Com o grupo conhecido como 40+ (a partir de quarenta anos em diante, envolvidos em grande parte pela geração X), existe uma situação ainda mais delicada para o momento atual: possuir uma farta dificuldade em compreender que precisamos de mudanças urgentes na forma como tratamos o planeta.

Essa urgência tem sido refletida tanto nos dias atuais, que os empresários nos mais distintos setores têm se preocupado com o seu futuro, uma vez que ousam desejar voltar à vida e a rotina que viviam no ano anterior, em 2019, sem entender que o mundo precisa de mais atenção (durante e pós pandemia)

Estar em trânsito de mudança parece ser o trajeto que temos percorrido, mas novamente reforço que nenhuma grande transformação coletiva acontece em tão pouco tempo de análise e percepção. Para isso, necessita haver um longo período de estudo de caso (para que tenhamos mais informações consistentes dessa análise).

Acredito ainda, que para os 60+ (com sessenta anos em diante, também conhecidos como “baby boomers”) estejam vivendo o temido “limite restrito da liberdade de ir e vir“, terror tão enfatizado e comentado por seus pais que viveram as dificuldades de um mundo em guerra e em reconstrução.

O medo dessa geração que tanto gosta de consumir para a família, já que basicamente acredita em “família, casa e sacies econômica”, seja o pavor de perder o seu direito de ir e vir. Infelizmente, por estarem nesse momento em grande destaque de grupo de risco, necessitam ficar em isolamento. Talvez as mudanças nesse grupo que demora tanto a aceitar a palavra mudança, sejam um pouco mais vivas do que se estivessem livres para transitar aonde bem entendessem.

O fato é que sem análises comportamentais não conseguiremos ter respostas sobre a forma de consumir e de buscar conhecimento num futuro breve. Para isso, nos cabe aguardar e continuarmos seguindo as orientações de segurança pública da OMS. 

VALOR DE MARCA: A FORÇA DO IMPACTO

Quantas vezes você já quis algo mas pensou que não poderia ter ou acessar porque era caro demais? Quantas vezes você deixou de ir visitar ou até mesmo acessar algo ou alguém porque julgou ser inferior a você?

Todas as vezes em que alguém me questiona como aumentar o seu valor percebido (seja um empresário, um estagiário ou até mesmo um estudante) eu sempre penso que o ponto discutido é o valor do impacto.

Impacto é uma palavrinha que representa tanto e ao mesmo tempo se traduz em tão pouco: colidir. Colidir por sua vez, correlaciona-se com atravessar, debater, tocar, sentir, permitir e fazer. Tudo o que o ser humano do hoje precisa realizar para se manter intacto em tempos de competitividade massiva.

Se pensarmos que a força de interação é pautada pelo impacto que ela criará nas pessoas que a consumirem, conseguiremos compreender que o impacto vai muito além das percepções simples, ele é e faz parte de quem somos.

Impactar alguém para desenvolver uma identificação necessita entender antes de tudo a correlação com alguns aspectos:

Para considerarmos valor percebido, precisamos atribuir qualidade naquilo que será consumido. Sem o critério particular do consumidor sobre o que é qualificável ou não, dificulta a precisão da entrega do que desejamos apresentar. Logo, uma das premissas para determinar qualidade é a determinação do público para quem desejamos apresentar. Entendendo à quem queremos alcançar teremos como finalidade o ponto de qualidade para ser entregue.

Atrelado a qualidade (e aos próximos dois tópicos a baixo), o critério de “disponibilidade” se torna paupável quando percebemos de que nada adiantaria ter algo desejável se ele não estiver disponível. O mercado de alto luxo concentra muito a ideologia do seletivo quanto a disponibilidade da inacessibilidade, tanto quanto o mercado popular incentiva o oposto. Ambos reforçam o poder da fala quando desejamos algo para representar quem somos.

A comunicação é a força de toda e qualquer voz. Tudo, em todos os tempos da história do universo, sempre teve voz (fosse ela falada, escrita, exercida ou desenhada). Portanto, a comunicação perpetua características de envolvimento, perfumada ao valor atribuído para que este seja reconhecido através de sua apresentação, que nada mais é do que a forma como é comunicado.

Quando percebemos que para caracterizar valor percebido necessita-se compreender a efetividade do atrelamento ao bem de consumo (seja ele qual for), enxergamos o poder da escolha do consumidor final, levando-o a aceitar ou não o envolvimento aplicado até então, o que caracteriza a ação como “preço determinante“. Esse ato, além de estar vinculado com os 3 tópicos acima (qualidade, disponibilidade e comunicação), é o ponto de partida para assegurar o retorno pós aquisição, uma vez que é o preço quem determinará se valeu ou não a pena adquirir. Portanto, preço é a percepção final engajada no envoltório que compreende o produto ou serviço.


Se você gostou desse conteúdo, então continue atento aos meus cursos através do meu instagram (@itbrboy), lá eu compartilho as datas e locais além de partilhar várias dicas importantes sobre como aperfeiçoarmos a nossa imagem pessoal!

COMO TRABALHAR A MINHA IMAGEM PESSOAL EM TEMPOS DE CRISE?

Você já pensou que o mundo só acredita naquilo que mostramos para ele? Ficou curioso para entender como movimentar a sua imagem em tempos de crise?

A palavra “CRISE” é oriunda do latim e significa momento de mudança súbita, o que nos permite pensar no quanto precisamos estar aptos para movimentar tudo aquilo que construímos até o presente momento.

Partindo dessa lógica, compreendemos que uma imagem não deve e nem poderia ser imutável, pois nós nos modificamos a todo momento (ainda mais em 2020, onde o consumo de informação e a geração de conteúdo são intensas e exacerbadas). Por isso, precisamos estar atentos ao que acontece ao nosso redor o tempo inteiro, pois é a partir dessas movimentações que poderemos antecipar os nossos posicionamentos.

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Existe uma premissa muito poderosa para o marketing em geral que, eu particularmente, gosto de trazê-la para o conceito do marketing pessoal: toda verdade só se torna verdadeira depois de muitas vezes repetida.

Esse conceito para os momentos de crise precisa servir de gatilho ao nos permitir pensarmos em novos projetos, ativações, interações e conexões em períodos de plena ou semi “escuridão”. Dessa forma, contar uma história necessita antes de tudo entender para quem estamos falando, pois caso contrário seremos mais um peixe dentro do oceano. O grande detalhe, neste caso é a sua reação. Por isso, lembre-se: você não pode deixar de falar. Quando decidimos nos posicionar, indagamos atitudes para que o mundo lembre quem somos. Quando decidimos o oposto, da mesma maneira. Esse pensamos nos faz compreender que até o silêncio representa uma fala; E é exatamente por isso que você precisa continuar querendo contar a sua história.

Nos tempos de hoje quanto mais pessoas impactarmos melhor, o que não define se são uma, ou dez, ou mil, ou até mesmo mais de um milhão. O impacto começa majoritariamente consigo mesmo e lembre também: o mundo só lembra daquilo que mostramos para ele.

Portanto, em tempos de crise, mostrar a nossa melhor face (seja ela uma solução, um posicionamento, uma indagação, um projeto) é sempre como o mundo nos enxergará. Se optarmos por fazer o oposto, saiba que o mesmo acontecerá: ele nos enxergará da mesma maneira também.

Agora, a escolha é com você: como irá contar a sua história percebendo oportunidade em se movimentar perante a crise?

#EmTemposDeQuarentena

Novo projeto focado em entreter e compartilhar informação de qualidade durante o período de quarentena através de lives no intagram (@itbrboy)!

Com a intenção em compartilhar conteúdo de qualidade, criei um projeto para o período de quarentena, voltando às minhas raízes jornalísticas pois realizo em forma de conversa-entrevista com convidados especialistas em áreas distintas (saúde, cultura, bem estar, moda, comportamento, música, direito…) para falarmos sobre temas e assuntos específicos.

A periodicidade do programa tem acontecido de 2 em 2 dias através do meu instagram (@itbrboy) e tem reunido uma quantidade de pessoas engajadas e interessadas em debater, discutir e consumir informação fora da bolha do eixo corona vírus, permitindo uma conexão maior e um interino networking entre os participantes.

Se você se interessou, não deixa de conferir os programas. Em breve todos estarão   no meu IGTV, para que futuramente possamos sempre assistir e re-assistirmos todas as trocas.

6 nomes da Geração Z que você precisa ficar atento!

Atentos ao amanhã e preocupados com o agora, saiba quem são esses 6 nomes brasileiros que estão conquistando o mundo e por que eles são importantes para o futuro!

Nascidos na era pós digital, a geração Z tem se tornado um tema cada vez mais relevante em diversos mercados, afinal, desde 2017 começaram pela primeira vez a adquirir o que conhecemos como maior idade internacional, dando espaço para jovens que influenciam politicamente, economicamente, socialmente, religiosamente, e claro, artisticamente:

SAMUEL DE SABOIA (22 anos)

Nascido em Recife, Samuel de Saboia conquistou os 4 cantos do mundo das artes e da moda com um traço muito peculiar e uma percepção de fé particular. Com ateliês de pintura em 4 cidades (São Paulo, Paris, Nova York e Los Angeles), Samuel tem ganho notoriedade e respeito no mercado das artes justamente pela sua presença de imagem forte, questionando esteriótipos de gênero e emoções presentes na sociedade atual.

Se há 10 anos ele sonhava em conhecer os USA, hoje o artista já pode ser considerado um dos nomes mais quentes e atuais da cena, principalmente pelo impacto do seu marketing pessoal.

JOÃO PEDRO C. MOTTA (23 anos)

Empreendedor desde muito novo, João Pedro negou aos 14 anos um emprego no google para se dedicar aos seus projetos profissionais. Nascido em Governador Valadares, João fez através da internet o principal meio que o possibilitaria chegar a lugares antes não pensados pelo menino do interior.

Extremamente comunicativo, atualmente compartilha através de suas redes sociais dicas e formas de construção para um legado digital, além de investir em projetos pessoais focados no mercado de softwares.

BACO EXU DO BLUES (23 anos)

Considerado a nova voz que dá espaço para uma nova geração do rap brasileiro, Diogo Moncorvo conquistou o mercado áudio-visual pelo impacto de suas letras e pela forma como elas conversam com a sociedade atual.

Empoderado poderia ser o adjetivo mais próximo do que a persona Baco Exu do Blues representa, já que uma nova geração tem se identificado, elevado seus números nas plataformas de streaming e lotado seus show por onde quer que passe. Diogo é considerado por muitos o reflexo do que querem dizer!

PRISCILLA ALCANTARA (23 anos)

Num país laico como o Brasil, nunca antes uma juventude esteve tão próxima de movimentos religiosos como nos dias atuais. Comunicando, criando e desenvolvendo uma relação próxima com os seus valores, Priscilla Alcantara surpreendeu o mercado quando se tornou a ponte entre o universo gospel evangélico com o pop do cenário atual.

Ela que já era conhecida por apresentar um programa infantil no início da década passada, se tornou no final dela a principal voz de uma juventude cristã e aberta ao mundo atual. De cabelos constantemente alterados (por vezes coloridos, por vezes tingidos em tons naturais), Priscilla coleciona tatuagens e looks modernos, se conectando com uma juventude amplamente significativa no Brasil através do seu trabalho como cantora, compartilhando mensagens de acolhimento, respeito e de amor à todos os que necessitam… Sem precisar abdicar de quem é.

LEANDRINHA DU ART (24 anos)

Defendendo a bandeira da diversidade, Leandrinha Du Art conseguiu dar luz para temas antes não comentados, como a transexualidade em deficientes físicos, passando a ser uma forte referência para o movimento LGBTQI+ justamente pela sua postura e pelo senso de coletivo que o seu exemplo tem conquistado.

Se na década passada seu trabalho já começou fervoroso pelos direitos igualitários, a nova década em que vivemos promete ser ainda mais. Precisamos de mais Leandrinhas pelo mundo.

MALÍA (22 anos)

Isadora Machado desde a metade da década passada já entendia que o seu lugar era um protagonismo no qual merecia ser compartilhado! Foi assim que ela surgiu na internet com um extinto blog de moda feminina, compartilhando dicas de uma “it girl da favela” que mesmo com poucos recursos, sentia a necessidade em gerar informação de moda com a comunidade local, bem como, compartilhar em suas redes sociais o seu dom musical, onde ela cantava couvers e dava vida a uma artista que viria a nascer no final da década: Malía.

Hoje, Isadora deu espaço para que a artista Malía nascesse e começasse a conquistar o seu lugar no mercado. Até 2019 ela já havia gravado com a cantora Alcione (de quem sempre foi sua maior inspiração), com o cantor Jão, além de já ter cantado em premiação internacional no México e conseguido emplacar músicas em telenovelas brasileiras.


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