O DIA EM QUE CONHECI O ESCRITÓRIO DA DIOR

Trabalhar com o mercado do luxo já foi um grande sonho meu. Hoje em dia, eu não entendo mais o luxo como antes… Vejo o segmento AAA com uma grande oportunidade para analisar comportamentos, tanto quanto em classes mais robustas e simples.

No entanto, não nego e jamais negarei a minha paixão pelo valor criativo que certas marcas carregam em seu legado. Esse é o caso da DIOR.

Tive a grande oportunidade em conhecer uma profissional que eu admiro muito, e que para mim é uma grande conectora de comunicadores pela América Latina, o nome dela é Priscila Monteiro.

Priscila é a PR da marca na América Latina e a responsável por conectar comunicadores, influenciadores e integrar a DIOR à atualidade no continente. Fora esse cargo muito especial, Priscila me mostrou uma maison muito viva, muito atenta ao que mundo tem procurado ouvir e falar, principalmente depois que a marca ganhou a sua primeira diretora criativa: Maria Grazia Chiuri.

Aprendi que alguns legados são construídos pelo exemplo, o que a DIOR tem procurado carregar consigo até hoje: ela é uma das principais marcas que apoia o movimento feminista como um todo, permitindo que a mulher DIOR seja uma persona fundamental para o seu universo.

Foi, sem dúvidas, um dia sensacional para mim.

PORQUE A FACEBOOK COMPANY É UMA EMPRESA TÃO LEGAL?

2018 foi um ano muito especial para minha vida profissional, pois nele encerrei um ciclo, dei início à outros, conheci tantas pessoas e fui em lugares que eu sempre sonhei conhecer.

Entrar no escritório do Facebook Brasil é muito similar ao sentimento de ir visitar o Google, pois você usuário de Instagram, Facebook e/ou Whatsapp já se imaginou sem eles na sua vida hoje? Pois é, justamente por isso que entender como uma das principais empresas do mundo interage com os seus usuários, que me fez ser convidado para conhecer a sede brasileira da marca.

Num workspace muito legal, numa vibe muito especial, o Facebook Brasil é um lugar praticamente mágico. Lá, tudo parece fazer parte do mundo de hoje. Conversamos bastante no quanto a migração de jovens nascidos na metade dos anos 1990 até 2010 (aka Gen Z) têm demonstrado aversão ao Facebook. Ao mesmo passo que esses jovens tem questionado mais, tem se preservado mais ou se exposto com o objetivo em encontrar “verdades” pelo instagram. É uma geração que questiona, que não bate panela para protestar, mas que faz stories chingando e que escreve textão ou textinho em legenda de foto.

Falamos também sobre como o IGTV ainda é um embrião mas que vem ganhando força no mercado. Além da necessidade em ter stories nas três ferramentas da empresa.

De um modo geral há muito o que vir por aí, e a gente vai continuar cada vez mais integrado. Preparem-se, porque o futuro já começou, e ele é extremamente conectado. Talvez seja por isso que a Facebook Company seja tão especial: por nos permitir conectarmo-nos.

TWITTER & A GERAÇÃO Z

Sou usuário do twitter à exatos 10 anos, tendo entrado na plataforma em setembro de 2009. Lembro que quando me cadastrei, jamais imaginaria os lugares aonde a ferramenta me permitiria ser conhecido por aquilo que eu falava/apresentava. Quando entrei no ensino médio nunca me esqueço de no primeiro dia alguns alunos ficarem chocados que eu era eu, o na época @26math (hoje @itbrboy, pode me seguir por lá inclusive!).

O tempo passou e eu comecei a reduzir o uso da ferramenta, por algum motivo que eu ainda não sei qual foi. No entanto, depois de ter ido visitar o escritório brasileiro de uma das principais redes sociais do planeta, é que eu afirmo: voltem para o Twitter, pois ela será a principal ferramenta de voz até 2020

Durante o bate-papo que tive com a equipe do passarinho azul mais famoso do mundo, entendemos que segundo os aspectos apresentados por mim e confirmado por eles, toda essa nova geração precisa e tem procurado por novos espaços de voz e de compartilhamento, uma vez que todxs querem se sentir representados.

Desde 2010 a realidade comportamental a nível mundial na qual estamos inseridos, vem se transformado em inúmeros aspectos, pois o mundo entrou numa linha mais conservadora de pensamento e com muitas pessoas cansadas de serem postas à margem. Embora seja também uma fase antagônica no sentido comportamental, ela é extremamente presente nas distintas realidades dos usuários do Twitter. O que faz muito sentido ela alarmar assuntos importantes; fazer parte historicamente de momentos como “A primavera Árabe”, entre outros; além de auxiliar empresas e governos à aproximarem-se de seus consumidores/cidadãos. 

Falamos também da forma como esse usuário tende a buscar conhecimento, tende a se informar e comunicar, como ele reclama ou elogia, e ainda, como consome lá aquilo que em algumas outras plataformas não é permitido compartilhar (tipo, conteúdo pornográfico). Isso tem colaborado bastante para que a ferramenta volte à fazer parte da rotina de seus usuários inativos, e fortaleça aqueles que nunca a abandonaram.

Para mim, a visita foi incrível em diversos sentidos: descobri que o escritório tem uma sala de ginástica/yoga; além de uma sala SPA, destinada para manicure e pedicure, e, massagem.

A DISNEY DOS ADULTOS

Ir à Disney pode ser o sonho de muitas crianças no mundo inteiro, agora visitar o Google certamente vai ser a “Disney dos Adultos” para aqueles que cresceram e foram imersos no universo digital a partir dos anos 1990.

Você já se perguntou o que faria sem o Google na sua vida? Eu mesmo nunca imaginei viver sem a maior fonte de pesquisa do universo. É simplesmente aquela máxima: não rola.

E foi assim, num desejo gigantesco de conhecer a sede brasileira de uma das maiores e principais empresas do mundo, que fui convidado para andar pelos corredores, conhecer os studios, o escritório e todos os aposentos do Google Brasil em São Paulo.

O que pude entender é que o Google, de fato, permite com que a sua equipe viva toda a empresa fulltime. De um jeito completamente entregue, os funcionários são a alma daquele negócio. Em muitos momentos descontraídos, a seriedade da equipe comercial (que é gigante) se demonstra muito presente… Explicando toda a excelência do negócio.

FATOS CURIOSOS

• O escritório tem 2 restaurantes internos de comida orgânica e pensada para que seus colaboradores não tenham problemas futuros (disseram que era muito “engordante” e para quem passa horas trabalhando sentado, não colabora né?!); além de diversos pontos “cozinhas” com muita coisa legal acontecendo por lá.

• Eles tem uma acadêmica interna, permitindo com que seus colaboradores tenham aulas lá. E isso é genial, confessa para mim?!

• Existe sim a famosa sala de jogos, mas ela não tão grande, ta?! Porém, já soube que a galera de lá pira e usa mesmo.

• E por fim, o escritório brasileiro não tem um prédio todo seu, são 2 andares inteiros e uma sala em outro andar, num prédio enorme numa das principais avenidas da capital paulista… Porém, quando você entra lá, no QG da internet e fica imerso naquele ambiente, tudo parece gigante-e-especial demais.

WGSN & EU

Há bastante tempo venho nutrindo uma admiração muito profunda por uma das empresas que melhor entende o comportamento do ser humano através da análise comportamental e de tendências, chamada WGSN.

Para quem nunca ouviu falar, a WGSN é uma empresa londrina pertencente ao grupo Ascential, com base em diversos países, entre eles o Brasil. São mais de 200 colaboradores entre jornalistas, fotógrafos, sociólogos e outros profissionais livres que colaboram e/ou fazem parte da equipe full time.

Sabe quando você é mais jovem e fica alimentando alguns sonhos? Pois é, quando eu me formei no IED em Coolhunting, foi dito pelos meus professores que eu tinha total perfil para entrar justamente na empresa em que passei a adolescência admirando. Agora, imaginem o meu imaginário sonhando em um dia pisar no escritório deles… O que foi concretizado há poucos dias, em São Paulo.

À convite de Luiz Arruda, diretor da WGSN no Brasil, tive a oportunidade em conhecer o escritório brasileiro e compartilhar perspectivas sobre a Geração Z com uma das maiores, se não a maior, empresa de tendências comportamentais e geracionais do mundo.

Entendi durante todo o nosso encontro o porque deles serem considerados os intérpretes mundiais dos avanços comportamentais: porque eles entendem de gente. Pode até parecer corriqueiro nos dias atuais falarmos sobre “humanizar as equipes”, quando na verdade, a maioria das corporações com as quais já pude estar, trabalhar ou visitar, tratam seus funcionários como um número e esperam que eles encontrem no mercado (aka mundo) a resposta para as suas atribuições.

Por isso, perceber que o WGSN na verdade busca traduzir a extração de tudo o que é comportamento, incluindo a sua equipe, me reafirmou que o mundo é grande mas pequeno, e que a gente pode sim se conectar cada vez mais!