6 nomes da Geração Z que você precisa ficar atento!

Atentos ao amanhã e preocupados com o agora, saiba quem são esses 6 nomes brasileiros que estão conquistando o mundo e por que eles são importantes para o futuro!

Nascidos na era pós digital, a geração Z tem se tornado um tema cada vez mais relevante em diversos mercados, afinal, desde 2017 começaram pela primeira vez a adquirir o que conhecemos como maior idade internacional, dando espaço para jovens que influenciam politicamente, economicamente, socialmente, religiosamente, e claro, artisticamente:

SAMUEL DE SABOIA (22 anos)

Nascido em Recife, Samuel de Saboia conquistou os 4 cantos do mundo das artes e da moda com um traço muito peculiar e uma percepção de fé particular. Com ateliês de pintura em 4 cidades (São Paulo, Paris, Nova York e Los Angeles), Samuel tem ganho notoriedade e respeito no mercado das artes justamente pela sua presença de imagem forte, questionando esteriótipos de gênero e emoções presentes na sociedade atual.

Se há 10 anos ele sonhava em conhecer os USA, hoje o artista já pode ser considerado um dos nomes mais quentes e atuais da cena, principalmente pelo impacto do seu marketing pessoal.

JOÃO PEDRO C. MOTTA (23 anos)

Empreendedor desde muito novo, João Pedro negou aos 14 anos um emprego no google para se dedicar aos seus projetos profissionais. Nascido em Governador Valadares, João fez através da internet o principal meio que o possibilitaria chegar a lugares antes não pensados pelo menino do interior.

Extremamente comunicativo, atualmente compartilha através de suas redes sociais dicas e formas de construção para um legado digital, além de investir em projetos pessoais focados no mercado de softwares.

BACO EXU DO BLUES (23 anos)

Considerado a nova voz que dá espaço para uma nova geração do rap brasileiro, Diogo Moncorvo conquistou o mercado áudio-visual pelo impacto de suas letras e pela forma como elas conversam com a sociedade atual.

Empoderado poderia ser o adjetivo mais próximo do que a persona Baco Exu do Blues representa, já que uma nova geração tem se identificado, elevado seus números nas plataformas de streaming e lotado seus show por onde quer que passe. Diogo é considerado por muitos o reflexo do que querem dizer!

PRISCILLA ALCANTARA (23 anos)

Num país laico como o Brasil, nunca antes uma juventude esteve tão próxima de movimentos religiosos como nos dias atuais. Comunicando, criando e desenvolvendo uma relação próxima com os seus valores, Priscilla Alcantara surpreendeu o mercado quando se tornou a ponte entre o universo gospel evangélico com o pop do cenário atual.

Ela que já era conhecida por apresentar um programa infantil no início da década passada, se tornou no final dela a principal voz de uma juventude cristã e aberta ao mundo atual. De cabelos constantemente alterados (por vezes coloridos, por vezes tingidos em tons naturais), Priscilla coleciona tatuagens e looks modernos, se conectando com uma juventude amplamente significativa no Brasil através do seu trabalho como cantora, compartilhando mensagens de acolhimento, respeito e de amor à todos os que necessitam… Sem precisar abdicar de quem é.

LEANDRINHA DU ART (24 anos)

Defendendo a bandeira da diversidade, Leandrinha Du Art conseguiu dar luz para temas antes não comentados, como a transexualidade em deficientes físicos, passando a ser uma forte referência para o movimento LGBTQI+ justamente pela sua postura e pelo senso de coletivo que o seu exemplo tem conquistado.

Se na década passada seu trabalho já começou fervoroso pelos direitos igualitários, a nova década em que vivemos promete ser ainda mais. Precisamos de mais Leandrinhas pelo mundo.

MALÍA (22 anos)

Isadora Machado desde a metade da década passada já entendia que o seu lugar era um protagonismo no qual merecia ser compartilhado! Foi assim que ela surgiu na internet com um extinto blog de moda feminina, compartilhando dicas de uma “it girl da favela” que mesmo com poucos recursos, sentia a necessidade em gerar informação de moda com a comunidade local, bem como, compartilhar em suas redes sociais o seu dom musical, onde ela cantava couvers e dava vida a uma artista que viria a nascer no final da década: Malía.

Hoje, Isadora deu espaço para que a artista Malía nascesse e começasse a conquistar o seu lugar no mercado. Até 2019 ela já havia gravado com a cantora Alcione (de quem sempre foi sua maior inspiração), com o cantor Jão, além de já ter cantado em premiação internacional no México e conseguido emplacar músicas em telenovelas brasileiras.


Todas as imagens desse post possuem direitos autorais dos artistas
 que as fotografaram. Ambas obtidas através dos perfis digitais 
dos participantes da matéria.

EU X NÓS: ENTENDA QUAL O PAPEL DA GERAÇÃO Z

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Popularmente conhecida como geração da esperança, os jovens nascidos em meados de 1995/1996 até 2010, fazem parte de uma geração que começou a movimentar economicamente o mercado com uma mudança muito importante: só consomem aquilo que conta uma história com propósito. 

Dividida em dois pontos muito importantes, a geração Z cresceu sobre aspectos de crise econômica, embalada pelo universo digital e pelo avanço das redes sociais;


EU
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Quando relaciona-se “EU” numa análise comportamental sobre a geração, percebe-se que existe uma ambição grande herdada da geração Y, os millenials. Não à toa, os inventores das redes sociais deixaram para a próxima geração um mundo ciber conectado, o que permitiu a necessidade da auto-expressão invadir as redes sociais, compartilhando histórias, anseios, medos e dicas com outros jovens que também identificam-se com os mesmos assuntos. 

Extremamente ágeis, podem ser identificados como multitasking, uma vez que olhar para si também resultou em empoderar temas e formas de uso, buscando atenções como diversidade sexual, racial, religiosa e familiar para espaços antes não falados no mercado. 

A juventude Z, ou Gen Z como também é conhecida, carrega em si critérios mais tradicionais se comparados aos seus pais e irmãos, desenvolvendo condições muito particulares que não encaixam-se numa fórmula ou numa subdivisão, porque afinal, querem consumir e identificar-se com o único, o exclusivo. 

NÓS
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A forma na qual encaram o sucesso, é compartilhada, oportunizando condições para que o coletivo também seja favorecido (e não apenas o fator individual), por isso, a própria geração permite-se encarar como “NÓS“. Esse olhar coletivo faz com que dêem atenções para o todo como cuidados com o planeta, respeito a individualidade, crenças religiosas, comportamentos de uso e formas de atuação. 

Esses jovens entendem que podem aprendem em conjunto, que podem ensinar em grupos, que podem crescer juntos. 

Juntos é a palavra de ordem quando querem conquistar ou derrubar imposições, sejam elas digitais ou não. 

UMA VIDA EM UMA DÉCADA

Lembro-me quando fiz 10 anos e me dei conta de que havia completado as duas mãos com todos os dedinhos preenchidos de idades já feitas… Aquilo representava um novo mundo, quase como uma nova vida. Naquela época, tudo o que eu mais almejava era ganhar meu primeiro telefone celular (a internet começava a se tornar banda larga em minha casa, mas estava longe de existirem smartphones) para assim me sentir mais “conectado” com o “mundo” daquele agora.

Como os tempos mudam! (e voam com uma intensidade absurda)

Fechar 2019, 10 anos depois de tudo o que se foi vivido de 2009 em diante, foi uma tremenda loucura evolutiva. Afinal, se passou uma longa década. E eu quis dizer, 10 anos. DEZ ANOS!!! Uau. Ta aí um momento simbólico em que vale a pena ser notado e com certeza, refletido. Porque é quase como se estivéssemos vivido uma outra vida em uma só década!

Há 8 anos decidi dar início a essa url que se tornou o meu maior portal de visitas para o mundo. Foram incontáveis trabalhos, projetos, afiliações e momentos que me trouxeram para o Matheus do agora. E ser o Matheus do agora representa ter conseguido chegar até aqui, conquistado tudo o que conquistei até aqui.

Por isso, decidi escrever esse post para a posteridade. Tudo o que almejo estará escrito a baixo e não terá outro sentido se não continuar tentando ser aplicado:

Que venha 2020 e toda a sua nova era. A tour (como diriam nos grupos de facebook) já começou e a mudança é contínua no agora!

3 MOTIVOS PARA VOCÊ TRABALHAR O SEU MARKETING PESSOAL

Todo mundo conhece alguém que conhece alguém.
Essa é a regra número 1 de qualquer relacionamento. Acontece que na maioria das vezes as pessoas acabam por não reconhecer todos aqueles com quem cruzam e que de alguma maneira interagem com elas, criando assim, uma nova conexão. Por isso vou apresentar para vocês 3 motivos pelos quais todo mundo precisa trabalhar o seu marketing pessoal:

Partindo dessa tríade, compartilho 3 possibilidades para que você consiga trabalhar ainda mais o marketing pessoal na sua vida:

IDENTIDADE  

As pessoas costumam esquecer que marca não é somente aquilo que compramos ou consumimos em algum centro de compras. Marca é, entre muitos significados, identidade. Por ela ser e ter identidade é que nós precisamos compreender o quanto carregamos conosco (e deixamos para o mundo) marcas de quem somos.

Se a cada novo dia somos uma nova pessoa, como podemos deixar o entendimento de que temos identidade, se eu mesmo posso alterar um pensamento ou uma função? A resposta é simples mas não modesta: tenha identidade nas suas convicções. 

O mundo só acredita naquilo que ele enxerga, logo, mostre à ele o que há de melhor em você!


NECESSIDADE

Partindo do entendimento de identidade e já compreendendo que deixamos uma parte de quem somos para qualquer pessoa com quem interagimos, é importante saber que as relações (sejam elas quais forem) têm necessidades… E por isso, precisamos contar, explicar e se preciso, relembrar, características que possam ser úteis para os outros e/ou para o mundo. 

Vale ressaltar que o mesmo aplicamos em constante realização de modo rotineiro e não tão racionalizado: lembramos das pessoas pelo que elas nos comunicam sobre quem são. Assim, se precisamos delas, sabemos à quem recorrer.


INTERAÇÃO 

Quando interagimos com o cotidiano da vida, muitas vezes não percebemos o quanto a conexão criada por nós ou por outros, impacta no que estamos fazendo, no que já fizemos e no que faremos logo mais. Por isso, todos nós somos uma marca que imprime necessidades ao mundo, para que ele entenda como agiremos a partir de então.

É importante percebermos que contato não significa ser um networking. Mas conhecer alguém significa carregar consigo parte de quem encontramos, e uma das frases populares brasileiras mais faladas no país, nunca fez tanto sentido antes: “a primeira impressão é a que fica“. Só que existe um porém: ela só “fica” porque interagimos com alguém, sentimos e entendemos algo sobre o indivíduo.