FALTA DE COMUNICAÇÃO: A PIOR FALHA DO SER HUMANO

Se você acredita que a ciência é a razão de toda e qualquer solução, como explicamos uma falha no ser entendido como o mais perfeito dos animais? O homem consegue emitir sons, desejos e anseios como nenhum outro ser jamais soube fazer. No entanto, nós enquanto sociedade hominídea carecemos de algo ainda em processo de aprendizagem: saber nos comunicarmos com os outros.

A falta de comunicação é algo que acaba casamentos, destrói famílias e sociedades, apaga pessoas do mapa, transfere o que não deveria ser transferido, muda o que era para estar lá, e, faz da vida das pessoas um tremendo caos sem fim.

Comunicar enquanto palavra, significa levar a informação para algo ou algum lugar. Dessa forma, fica mais fácil percebermos que a falha está no processo de entrega, iniciando o erro na emissão do problema, o que acaba por não permitir entregar a informação para o seu receptor. A ponte transmissora – que nada mais é do que a alma da comunicação -, ainda não foi solidificada (e em muitos dos casos, nem percebida) pelas pessoas de um modo em geral, uma vez que ela é quem deveria sustentar a comunicação como forma mais segura para se realizar a entrega da informação final.

Quando falamos de pessoas, percebermos que estamos falando com seres distintos, afinal, o ser humano tem algo chamado “individualidade” como sua principal característica. Dessa maneira, cada traço, cada ideia ou até mesmo cada propósito, são únicos, pois todos nós somos seres distintos uns dos outros. Agora imagine colocar todas essas individualidades num liquidificador, exigindo ao mesmo tempo que elas estejam unidas mas respondendo com o seu entendimento individual?! É assim, que muitas empresas exigem de seus colaboradores no mercado, obrigando-os a tratar o negócio com o DNA da corporação, mas ao mesmo tempo querendo que eles carreguem consigo toda a sua criatividade individual.

Se fizer sentido para você, que está me lendo até aqui, pense no quanto o valor humano é o capital em maior expansão no Planeta Terra. Entenda como a comunicação é o principal vetor para a entrega de qualquer resultado. Sem ela números não batem, metas não são atingidas, contratos não conseguem dar continuidade e por isso, muitas vezes é procurado no mercado aquilo que já se tinha “em casa“.

VIDA ARTIFICIAL E A INVASÃO DOS AVATARES DIGITAIS COMO INFLUENCERS

Desde quando criei o site, em 2011, já falávamos sobre o retorno imediato de mensagens programadas para responder e comunicar usuários/leitores numa era cuja leitura ainda era o frescor da comunicação. Esse movimento de retorno foi nitidamente comandado pelos famosos “boots” da comunicação, os quais ganharam ainda mais espaço, oportunizando um caminho sem volta para uma vida não mais artificial, mas sim, muito real!

MAS, E SE EU FOSSE UM ROBÔ?

Não é novidade nem para o mercado e nem para a sociedade oriental a figura de digital ganhar força quase que parelha com a vida humana. No entanto, no mundo ocidental as coisas nem sempre foram assim.

Muito se propagou sobre esse tema, até os dias de hoje… Inclusive, Hollywood sempre colaborou com o imaginário da soberania do poder das máquinas. O que não imaginávamos era que em pleno 2019, o mundo como conhecemos até aqui, estivesse abrindo cada vez mais espaço para comunicadores não humanos se comunicarem e propagarem informações como um humano faria.

O digital tem uma força de conquista tão forte quanto o colonialismo teve em tempos sombrios de descoberta, com a diferença de que nele não existe mais uma realidade paralela para tal alargamento dessas recepções. Quero dizer que vivemos num mundo altamente conectado e ciber-interligado, nos integrando membros de um universo “robótico” cuja realidade ainda não nos fez voar em carros voadores,  mas permitiu uma aproximação com o não real, através da realidade aumentada e das percepções de social media.

Se você está inquieto se questionando sobre dar ou não dar atenção para este tema, sugiro atentar logo, antes que o mercado o deixe em defasagem.

OS AVATARES digitais CHEGARAM!

Entre os exemplos que lhes apresento, gosto muito da maneira na qual a Lu, da rede de lojas brasileiras Magazine Luiza, atua com a cobertura humanizada da marca, interagindo com o seu consumidor final (de produto físico mesmo) de modo bem informativo e atual. Isso, sem mencionar que ela é uma das avatares mais antigas atuantes no Brasil.

Sou ainda muito encantado pela dinâmica interativa da Noonoouri, cujo trabalho estético e de relacionamento feito com as principais marcas de moda do mundo, é realmente brilhante. Uma criatura digital é a conexão perfeita com as principais celebridades, tanto brasileiras quanto estrangeiras, fazendo o que todos desse meio tanto esperam: sucesso! Ela já foi case de Harward, fez campanhas incríveis e desfilou com as principais modelos do mercado (em realidade digital).

Não posso não citar outros cases de grande sucesso, como a cantora japonesa Hatsune Miku, cuja fama dos animes a levaram para o mundo dos humanos de forma digital e em realidade aumentada (a conheçam no spotify ou no youtube). Além dela, vale atentar em todos que existem por aí (sério!), mas eu destacaria Lilmiquela, Shudu e Blawko, outros grandes avatares digitais que adoro acompanhar.

Ficou interessado no assunto?! Sugiro conferir esse estudo do WGSN onde afirma que este novo começo veio para ficar. Clique aqui e saiba mais!

O IMPACTO DAS EMOÇÕES COMO SUPER FERRAMENTA DE TRABALHO

Você já se questionou sobre qual tipo de sentimento estava sendo gerado quando colocada em prática alguma ação? Esse modelo de consciência do entendimento emocional, tem sido optado por grandes corporações de tecnologia que já perceberam a necessidade do valor humano e do quanto as suas emoções impactam no processo de trabalho, afinal, o homem não é uma máquina.

Quando pensado em novos resultados dentro do mercado tecnológico, muitas empresas ao longo das últimas décadas entendiam que precisavam criar um novo produto ao invés de olhar para a experiência do ser. Deborah Vecchio, alfabetizadora de emoções e referência nacional quando o assunto é educar o comportamento humano através de suas emoções, explica que o homem ainda é a razão criativa pela qual a máquina não consegue superá-lo.

Por mais perfeita e exata que seja a atuação de uma máquina, o homem ainda é capaz de gerar através das suas emoções as mais distintas reações criativas. São elas que o diferenciam de um software, criado por um humano, muitas vezes com vida própria, mas que ainda assim, limita-se por não desenvolver emoção.

Para Deborah, as pessoas dentro do mercado como um todo, independente da área de atuação, necessitam olhar para si identificando quais sentimentos estão intimamente ligados a performance de atuação nas suas atividades profissionais. São elas que conseguirão trazer melhores resultados para as empresas, oportunizando uma integração e troca ainda maior entre os seus colabores, o que irá permitir que a entrega emocional seja cada vez mais direcionada.

Um dos pontos percebidos neste cenário tecnológico, é que muitos colaboradores não conseguem solicitar auxílio para o colega ao lado, levando as empresas a terem mais custos, pois necessitam solicitar ao mercado uma resposta que estava dentro da equipe.

Deborah afirma que o capital humano está precisando educar as suas emoções para que através deste auto conhecimento, seja conseguido alcançar melhores resultados em desafios cada vez mais intensos.

As emoções devem ser entendidas como a ‘super ferramenta’, pois são elas que desenvolvem sentimentos de impacto no futuro retorno obtido. Aqueles que já perceberam isso, estão conseguindo uma melhor colocação diante do mercado e uma consistência muito maior em suas equipes.

TEXTO ORIGINALMENTE PUBLICADO NO LINKEDIN

WE WEAR CULTURE, UMA OPORTUNIDADE INCRÍVEL

Vocês já haviam ouvida falar na ferramenta We Wear Culture, desenvolvida pelo Google? Bem, para mim ela não é tão nova, no entanto, eu ainda não a havia experimentado e entendido a super ferramenta que ela pode ser!

Segundo o FFW, o projeto é fruto de colaborações com mais de 180 instituições culturais em 42 países, como Met, Central Saint Martins, Royal College of Art, Fundação Cartier, instituições russas, africanas, escandinavas, sul-americanas e várias outras ajudam a compor o quadro de parceiros. Uau! Daqui do Brasil participam o Museu da Moda Brasileira, o Museu da Pessoa, Museu Imperial, Museu Afro Brasil, Museu Carmen Miranda, Museu do Índio, Museu da Casa Brasileira, Instituto Moreira Salles, Conservação Rio+, Museu do Futebol e MASP. Uau de novo! 

E sabem o que é o mais legal disso tudo? A ferramenta nos possibilita pesquisar desde materiais, artistas, movimentos de arte, até figuras históricas e lugares, dando ainda um grande destaque para quem gosta de moda, pois lá, consegue-se encontrar uma infinidade de figurinos da era vitoriana até figurinos mais recentes de estrelas pop como Carmem Miranda, Cindy Lauper, Madonna, Rihanna, entre outras.

Se animou? Então, sugiro criar um login para acessar o site, pois assim você conseguirá favoritar seus temas e assuntos que mais te interessam.

MAIS INFORMAÇÕES ACESSE AQUI.

O DIA EM QUE CONHECI O ESCRITÓRIO DA DIOR

Trabalhar com o mercado do luxo é sem sombra de dúvidas uma adequação incrível para qualquer profissional do marketing, pois entendo e percebo o segmento AAA como uma grande oportunidade para analisarmos comportamentos em circunstâncias de acesso muito mais favoráveis, permitindo que o resultado sempre seja mais robusto e inteiro.

Minha história com esse segmento começou ainda na sequência da criação deste site, quando comecei a ter acesso à marcas que admirava o valor criativo e todo o seu legado. Esse foi o caso com a DIOR.

Tive a incrível oportunidade em conhecer uma profissional que eu já admirava há bastante tempo e que para mim, sem dúvidas, é uma conectora genial por toda a América Latina, Priscila Monteiro. PR da marca Latin América, Priscila é também a responsável por conectar comunicadores, influenciadores e integrar a DIOR à atualidade no continente sul-americano.

Fui apresentado por ela a uma maison muito mais viva do que eu pensava ser, atenta ao que  o mundo tem procurado ouvir e falar (principalmente depois que a marca ganhou a sua primeira diretora criativa: Maria Grazia Chiuri), e conectada com o agora.

Conversamos sobre o mercado e sobre o quanto a Geração Z pode impactar nesse segmento como um todo… Afinal, a forma de consumir luxo para a essa geração é bem distinta de como os millenials consomem.

Aprendi com a marca, que alguns legados são construídos pelo exemplo e é isso que a Dior tem procurado apresentar: ela é uma das principais marcas que apoia o movimento feminista como um todo, permitindo que a mulher DIOR seja uma persona fundamental para o seu universo. Não à toa gigantes da cena feminista fazem parte da “crew Dior” pelo mundo.

Foi, sem dúvidas, um dia sensacional para mim!!!