Um Homem em Quem Se Espelhar

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Sabe aquelas pessoas que você sabe que tem muito dinheiro, mas que por nada nesse mundo gostam de ostentar o sobrenome que possuem? Pois é, gente assim é que bacana de se conviver, porque cá entre nós, quem é que gosta de estar perto de pessoas lamurientas que só reclamam da vida (ou por falta dê ou por excesso do mesmo)? Ninguém. E é exatamente por isso, que hoje eu comento sobre Dimitri Mussard, o cara que tinha tudo para ser mais um coxinha da elite mundial mas que demonstrou ser um homem com H.

Herdeiro de uma das casas mais importantes da moda internacional, a Hermès, Dimitri hoje representa a sétima geração da família francesa, onde decidiu trocar o endereço francês pelo CEP brasileiro, criando escritório em terras nacionais e aprendendo a ter uma visão de empreendedorismo genial. Com 30 anos, era natural que como a maioria das pessoas ele fosse independente e buscasse alcançar os seus objetivos (por mais fáceis que eles parecessem ser), longe dos pais, longe dos tios e primos, longe de um título que ele respeita e honra, mas prefere adquirir conhecimento e muita experiência por conta própria, justamente por ter amadurecido.

Resolvi falar dele porque enxerguei no exemplo do cara um baita espelho para uma galera que reside em Porto Alegre (acredito que nas várias partes desse Brasil também) e que pensam que viverão do dinheiro dos pais até eles cansarem de mantê-los. Aprendi que um dia poderemos acordar com grana e no outro sem nada. E é aí que se insere o Dimitri: explorar a nós mesmos para alcançar o conhecimento necessário de se estar à frente daquilo que foi deixado pelos nossos avós, construído pelos nossos pais, ou mesmo, adquirido com esforço sozinho. 

Dono da Acaju do Brasil, que nada mais é do que uma multimarcas que revende marcas internacionais (geralmente europeias) que possuem atitude e condições para adentrar o mercado brasileiro, Dimitri hoje não se envolve com a Hermès, justamente por ainda não se sentir preparado para ela.

Se a sua educação foi algo que ele soube aproveitar, o bom gosto pela vida é uma característica do rapaz. Vejam bem: bom gosto não significa esbanjar o seu dinheiro, mas fazer bom uso dele. 

Cidadão mundial, Dimitri adora viajar e conhecer os lugares mais exóticos que a sofisticação natural pode o proporcionar. Com um gosto particular, que não interfere em nada no uso do transporte coletivo no Brasil, Dimitri já afirmou para alguns veículos de comunicação que anda sim de ônibus por São Paulo, por exemplo. Agora me responda: quem você conhece que tenha dinheiro a beça e que não se importe de usar o transporte coletivo? São poucos né. Aí percebemos a maturidade do homem que pode ter 15, 20, 25, 30, 40, 50 e assim por diante, a qual não quer dizer nada na cronologia do tempo, mas sim, na vontade de enxergar o mundo com olhos atentos aquilo que deve ser prestado atenção (por mais relativo que isso pareça ser).

Sem generalizar, gostaria de dizer que muito embora ele já tenha passado por algumas experiências (que de repente muitos de nós ainda não passamos), foi preciso sair da barra da saia da família lá na França e se instalar no Brasil para conseguir estudar o seu planejamento profissional, pessoal e que trouxe como exemplo aquela coisa de “decidir se é aí que você quer ficar?”. Mantendo os pés no chão, é mais do que importante almejarmos o universo, mas é mais do que essencial que saibamos sempre ter a coerência de enxergar o exemplo do outro como uma luz no caminho que trilhamos dia-a-dia. Por isso, resolvi apresentar para vocês quem é Dimitri Mussard, o herdeiro que vem mostrando não ser mais um coxinha mas um homem à quem se espelhar.

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