Em que Mundo Vivemos?

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Outro dia eu estava navegando pela internet e me deparei com um tumblr genial do artista Jeff Hong, que talvez você já deva ter encontrado as imagens dele pela internet, mas de repente não parou para refletir o tipo de sociedade em que nos tornamos.

Quando o universo da Disney dispara entre o paralelo do real almejado figurado e do que socialmente representamos, percebo na arte das animações da empresa um viés de responsabilidade que muitas vezes parece querer esconder-se ante o que vem acontecendo no mundo. A crítica sútil mas muito objetiva de Hong, nada mais é do que o mundo (socialmente falando) em que estamos acostumados a ver. No Brasil temos o hábito de consumir a teledramaturgia em proporções absurdas. A partir deste exemplo, paro para refletir comigo mesmo o tipo de “exemplos” que as cenas passam, e aí percebo o entorno social em que vivemos, concluindo que a TV não mente, que o cinema não falha, e que infelizmente a sociedade não é 100% positiva.

AH MATHEUS, JURA QUE VOCÊ DESCOBRIU AGORA QUE NÃO VIVE NO PARAÍSO?

A questão meus caros não é “Viver no Paraíso” mas ter o mínimo de respeito para com a sociedade a qua eu quero estar. Tenho pensado muito no tipo de ser humano que eu sou, o que eu ainda quero ser e o que eu já fui. As ideias nem sempre são tão claras quando você não tem um auto-conhecimento suficientemente oportuno para dar-se conta de que o em torno vale tanto quanto o teu espaço, e o teu espaço ele também é do outro. É complexo né? Mas acreditem, a sociedade tem caminhado para uma estrada colaborativa, seja o âmbito qual for. E isso é muito bom.

TA, ENTÃO SE A SOCIEDADE ESTA NO “CAMINHO CERTO” QUAL É O PROBLEMA DELA?

O problema meu amigo é que nem todos conseguem administrar o social como ele deveria ser. Vejas bem, não estou concordando com uma proposta socialista (ou comunista), não. O que quero dizer é que se o outro tem dificuldades e eu posso atendê-lo, porque negar o auxílio se eu em outro momento também precisarei do apoio? No mundo dos negócios o networking é tudo, e se você não sabe se portar bem, esqueça as portas abertas. O mundo é dos inteligentes, vocês sabem. Mas só é inteligente, e não esperto, quem é educado.  Embora a educação devesse ser para todos e de todos, ela começa conosco mesmo, apartando e separando tudo aquilo que de errado pensamos, sentimos ou agimos.

Com isso, eu consigo concluir que ninguém é mais do que ninguém, por mais obviou que isso pareça ser. Acredito tanto nisso, que penso que nada te faz ser melhor do que outro pelo fato dele ter algo a mais do que você. A diferença está na maneira como nos portamos diante das ações. Pense sobre isso. Você sabe que pode fazer a diferença, você sabe qye pode ser a diferença… Ou, se assim você preferir, pode continuar igual a antes desta reflexão. Está em que você querer modficar o seu ambiente ou não.

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