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1 AMOR CHAMADO MECA

Para começar 2015, nada melhor do que um ânimo de energia e de amor na vida da gente, certo?! Por isso, falar do MECA Festival é quase como recitar uma poesia, porque é puramente amor todas as lembranças que tenho em meu coração!

Minha felicidade também é agregada pelo fato de fazer a cobertura completa desse baita festival pela primeira vez (inclusive, primeira vez em que vou participar dele, pois as anteriores eu não estive presente, mas aqui e aqui vocês podem conferir o que de melhor rolou durante as edições de 2013 e 2014). Agradeço a equipe da Débora Tessler por todo o carinho e atenção, valeu a espera meninas e eu amei a oportunidade!

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Chegar no MECA foi fácil, porque tive uma dupla de companheiros simplesmente fora do comum: Tiago e Laís. Tiago, talvez não seja tão incomum por aqui, já que ele é um dos nomes por de trás da Lickme (meus fieis escudeiros na fotografia). Porém, desta vez, Tiago ficou mais recluso das lentes e aproveitou o festival com muito amor no coração, porque afinal, todo mundo merece uma folguinha não é?! hehehe Já Laís é autora do blog Without Romeo, e uma amiga querida (e também super mãezona), cujo carinho pela dupla me levou a chamá-los de Papa y Mama (eles vão me matar!).

Seguimos rumo a maquiné num tempo fechado que por muita alegria logo se abriu durante a viagem. Descemos do carro certos de que iríamos nos divertir muito, o que de fato aconteceu. Após uma caminhada de 10 minutos chegamos aos portões do festival, onde uma galera aguardava numa fila quilométrica mas super tranqüila.

Em seguida, ao adentrarmos a tal Fazenda do Pontal (sede do evento), nos deparamos com um universo digno de semana de moda: fotógrafos por todos os lados, fotografando categoricamente todos os looks e momentos comportamentais de todas as pessoas que circulavam por ali. Mais a frente encontramos uma diretriz de clubinhos, cujos quais nesta edição foram comandados pelos patrociandores e que foram realmente muito agitados. Eu transitei mais pelo clubinho da Youcom e o da Skol, mas sei que o do Beco também estava muito bacana.

eu tiago e laisFoto do meu instagram @itbrboy | Na foto Eu, Laís e Tiago

Sobre o tempo que de uma hora para outra resolveu fechar-se novamente? Bem, não teve tempo ruim que nos parace! Afinal, o lema ainda era A-M-O-R. E acreditem: choveu, e como choveu. Perdi o segundo show porque não quis ficar na chuva, mas valeu a pena não ter pego uma gripe nessa semana que foi super atribulada hehe

Eu sempre ouvi que o mais legal do MECA era justamente encontrar os amigos, aproveitar o momento e se divertir. Foi exatamente isso que eu fiz. Encontrei tanta gente legal que era exatamente isso que eu queria: me divertir mais e mais e muito mais! Parece repetitivo o que eu acabei de dizer, mas talvez quem nunca tenha ido participar, de fato não consiga mensurar o tamanho daquele pequeno festival que cativa, empolga e motiva uma legião de seus múltiplos fãs por esse país.

Já na parte musical AlunaGeorge foi a maior alegria de todos os tempos. Eu admito que fui ao evento pensando “Qual a lógica deles terem chamado uma menina como ela, e terem deixado de fora Angus and Julia Stone, por exemplo?”. Acontece que Aluna (prefiro chamá-la assim, fica mais íntimo) é tão sensacional que eu não tive como não concordar com a escolha da produção e me entregar à dança. Foi realmente o primeiro show que começou a reunir quase todos os expectadores do evento e foi também o melhor show da noite. Eu dancei tanto, mas tanto, mas tanto, que eu juro, saí do show tão molhado de suor quanto se eu tivesse saído de uma piscina. Inclusive, durante o show desta menina, fui perceber com um certo delay que ao meu redor uma galera também começava a dançar, e quando víamos a parte dos “fundos” do show estava dominada por jovens louvando a música e abençoados pelo amor. Aluna foi grande, foi realmente a melhor surpresa daquela noite! 

Logo em seguida veio o show mais aguardado por todos (quase que unânimimente), pois se tratava de La Roux. Novamente eu admito não conhecer tantas músicas como eu gostaria, mas era a banda a qual eu mais conhecia e que ouvia durante os tempos do colégio. Nesta hora Laís surtou e quis levar toda a nossa crew de amigos e conhecidos bem para frente do palco. Nós fomos, meio apertados, mas ainda assim confortáveis, ouvir a voz da vocalista. O primeiro impacto foi o visual SEMPRE impecável de toda a banda: chics, sendo simples e sofisticados ao mesmo tempo. A primeira música tocou e um jato de fumaça tapou o rosto da vocalista, o que não impediu em nada de levar o público ao delírio. Porém, gostaria de ressaltar que o único defeito da apresentação dessa banda incrível foi o playback que rolou em algumas partes do show. A galera não só da frente do palco notou, como quem estava mais atrás. Se no show anterior ouvimos uma Aluna sexy e vibrante no gogó, neste espetáculo queríamos no mínimo o mesmo… Mas nem por isso a pista do show foi esvaziada. Muito pelo contrário, todos cantaram forte e bem alto as músicas da banda e fechamos aquela noite com chave-de-ouro!

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Antes que pensem que o post terminou, eu não poderia deixar de comentar sobre a parte de organização do evento e os trunk foods. Primeiramente a organização estava realmente impecável. Haviam banheiros químicos aos montes (e é sério!), todos localizados num local específico. Achei prático e bem higiênico para falar bem a verdade. Já sobre a locomoção e adequação de ambientes, novamente, não há nada do que me queixar. TUDO estava ótimo, a equipe realmente está de parabéns. E bem, já sobre a parte dos Food Truck, nossa tudo estava maravilhoso. O preço foi tabelado, e os valores dos produtos saíram R$15,00 cada, o que para um festival era aceitável e a galera já havia ido preparada $$$. Eu, inclusive, comi 1 hamburguer dos Deuses na barraquinha dos Destemperados e o melhor taco que eu já comi na minha vida (sim, ele tinha iscas de carne + queijo cheedar + mussarela + molho de tomate + batatas fritas) e era obra do Taco’s. Tudo, absolutamente di-vi-no!

E por fim, saímos do festival com gostinho de quero mais, mas também completamente fatigados. Foram horas de diversão, horas pulando, dançando, gritando, rindo e nos amando a cada passo dado. Não tinha como iniciar o ano de outro jeito se não fosse lá, no MECA Festival.

Agradeço mais uma vez aos queridos e sempre gentis meninos do I Hate Flash que mais uma vez fotografaram o evento e toparam apresentar as fotos aqui neste site. Um super obrigado, em especial, ao Raul Aragão que neste ano me fotografou e que eu tive o grande privilégio em conhecê-lo pessoalmente (tiéte é foda né?).

| FOTOS I HATE FLASH |


2 thoughts on “MECA FESTIVAL 2015: EU FUI! & conto tudinho para você!”

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