TRUE CONSUMERS

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TRUE CONSUMERS nada mais são do que os consumidores que querem consumir e/ou já consomem toda e qualquer tipo de situação, informação, produto ou serviço que faça sentido para os valores individuais deles;

O “consumidor verdadeiro” ou “consumidor real“, segundo a tradução livre, é o tipo de consumidor que não aceita a compra de likes; que não acredita na influência por influência se a mesma não causar impacto com causas que façam sentido para o mundo (e não de cunho individual e exibicionista).

ESPECIALIDADE DE MERCADO & A GERAÇÃO Z

Há poucos dias fui convidado pela BAND TV e pela LS8 Assessoria de Relacionamento, para estar presente no I Fórum Sul-Americano do Negócio do Luxo ocorrido em Porto Alegre.

Com uma mega estrutura, o evento foi muito maior do que eu imaginava que ele seria. Isso permitiu alguns encontros e reencontros com profissionais dos mais diversos mercados que estavam presentes lá para desmistificarem um pouquinho do “valor do luxo“, permitindo assim, a re-significação da palavra através das palestras apresentadas, nos levando a compreender que educação e excelência são os pilares fundamentais para qualquer high business.

O que mais me chamou atenção foi a falta de aderência de um córum jovem tanto na apresentação das palestras quanto na presença de participantes… Isso corresponde muito na visão-valor que a geração Z determina para esse nicho de mercado.

Muito embora as marcas de luxo queiram dialogar com o consumidor mais jovem, os millenials ainda são a sua principal porta de conexão com o mundo atual. Mas, me pareceu um tanto quanto posto de lado pelos especialistas de mercado, a importância política, social, econômica e de influência dos aspectos de “true consumer” que nós, pertencentes a Geração Z tanto buscamos.

Pode ser que haja um certo receio na estratégia de comunicação e relacionamento com esse público, uma vez que a disseminação da logomania já é feita pela geração anterior (Y), permitindo o acesso ao conhecimento de nomes como “Gucci”, “Vuitton”, “Valentino”, “Gabbana”, “Lacoste”… Através de parcerias com marcas que dialogam com verdade em todo o seu branding, aproximando-se assim, dessa cultura urbana, “real” e fresh (nem sempre jovem).

Essa lógica nos leva a compreender que a fala do “high business” é feita por terceiros em direção a Gen Z, e não na primeira pessoa. Desta maneira, a análise é preocupante levando em conta a circulação financeira que toda esta nova geração já representa: mais de $44,5 bilhões de dólares anualmente.

Ou seja, há poder de compra, mas não há poder de interesse em primeiro contato. O mercado do luxo ainda é distante, elitista e muito segregador, características um tanto dúbias para os valores geracionais… Mas ainda assim, consistentes com o DNA progressista de tradicionalismo apresentado pela geração.

True Consumers consomem com verdade e não com receio. Ta na hora de apostarem na gente!

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