WGSN & EU

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Há bastante tempo venho nutrindo uma admiração muito profunda por uma das empresas que melhor entende o comportamento do ser humano através da análise comportamental e de tendências, chamada WGSN.

Para quem nunca ouviu falar, a WGSN é uma empresa londrina pertencente ao grupo Ascential, com base em diversos países, entre eles o Brasil. São mais de 200 colaboradores entre jornalistas, fotógrafos, sociólogos e outros profissionais livres que colaboram e/ou fazem parte da equipe full time.

Sabe quando você é mais jovem e fica alimentando alguns sonhos? Pois é, quando eu me formei no IED em Coolhunting, foi dito pelos meus professores que eu tinha total perfil para entrar justamente na empresa em que passei a adolescência admirando. Agora, imaginem o meu imaginário sonhando em um dia pisar no escritório deles… O que foi concretizado há poucos dias, em São Paulo.

À convite de Luiz Arruda, diretor da WGSN no Brasil, tive a oportunidade em conhecer o escritório brasileiro e compartilhar perspectivas sobre a Geração Z com uma das maiores, se não a maior, empresa de tendências comportamentais e geracionais do mundo.

Entendi durante todo o nosso encontro o porque deles serem considerados os intérpretes mundiais dos avanços comportamentais: porque eles entendem de gente. Pode até parecer corriqueiro nos dias atuais falarmos sobre “humanizar as equipes”, quando na verdade, a maioria das corporações com as quais já pude estar, trabalhar ou visitar, tratam seus funcionários como um número e esperam que eles encontrem no mercado (aka mundo) a resposta para as suas atribuições.

Por isso, perceber que o WGSN na verdade busca traduzir a extração de tudo o que é comportamento, incluindo a sua equipe, me reafirmou que o mundo é grande mas pequeno, e que a gente pode sim se conectar cada vez mais!

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