O IMPACTO DAS EMOÇÕES COMO SUPER FERRAMENTA DE TRABALHO

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Você já se questionou sobre qual tipo de sentimento estava sendo gerado quando colocada em prática alguma ação? Esse modelo de consciência do entendimento emocional, tem sido optado por grandes corporações de tecnologia que já perceberam a necessidade do valor humano e do quanto as suas emoções impactam no processo de trabalho, afinal, o homem não é uma máquina.

Quando pensado em novos resultados dentro do mercado tecnológico, muitas empresas ao longo das últimas décadas entendiam que precisavam criar um novo produto ao invés de olhar para a experiência do ser. Deborah Vecchio, alfabetizadora de emoções e referência nacional quando o assunto é educar o comportamento humano através de suas emoções, explica que o homem ainda é a razão criativa pela qual a máquina não consegue superá-lo.

Por mais perfeita e exata que seja a atuação de uma máquina, o homem ainda é capaz de gerar através das suas emoções as mais distintas reações criativas. São elas que o diferenciam de um software, criado por um humano, muitas vezes com vida própria, mas que ainda assim, limita-se por não desenvolver emoção.

Para Deborah, as pessoas dentro do mercado como um todo, independente da área de atuação, necessitam olhar para si identificando quais sentimentos estão intimamente ligados a performance de atuação nas suas atividades profissionais. São elas que conseguirão trazer melhores resultados para as empresas, oportunizando uma integração e troca ainda maior entre os seus colabores, o que irá permitir que a entrega emocional seja cada vez mais direcionada.

Um dos pontos percebidos neste cenário tecnológico, é que muitos colaboradores não conseguem solicitar auxílio para o colega ao lado, levando as empresas a terem mais custos, pois necessitam solicitar ao mercado uma resposta que estava dentro da equipe.

Deborah afirma que o capital humano está precisando educar as suas emoções para que através deste auto conhecimento, seja conseguido alcançar melhores resultados em desafios cada vez mais intensos.

As emoções devem ser entendidas como a ‘super ferramenta’, pois são elas que desenvolvem sentimentos de impacto no futuro retorno obtido. Aqueles que já perceberam isso, estão conseguindo uma melhor colocação diante do mercado e uma consistência muito maior em suas equipes.

TEXTO ORIGINALMENTE PUBLICADO NO LINKEDIN

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