FLORESTA AMAZÔNICA

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2019 tem sido um grande ano para a minha vida profissional. Dessa vez, tive a imensa oportunidade em ir palestrar sobre Branding & Tendências da primavera 2020, com a Colcci em Manaus (capital do Amazonas). Por estar na região, consegui estender o meu final de semana e fazer um legítima imersão na Floresta Amazônica. Confira a baixo um pouquinho dessa experiência:

Entre os sentimentos que pude sentir, a plenitude é a certeza de que somos tão ínfimos quanto complementares, clareza da qual só a natureza é capaz de nos fazer sentir.

Assistir ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões (Amazonas) é um daqueles momentos que você pensa: estudar faz sempre muito sentido – porque só Deus sabe como eu estudava para geografia nos tempos da escola. Espetáculo natural à parte, a experiência de ver duas águas não se misturarem, só reiterou a ideia do quanto as diferenças não precisam serem iguais tão pouco afirmativas umas com as outras; no entanto, podem sempre conviver harmonicamente bem juntas. Isso é o mais incrível!

Pude também boiar com os botos e vê-los serem alimentados, um sonho que se realizou! E nesse momento, eu me senti quase como se estivesse com um cachorro golden retriver na água doce, pois o boto cor-de-rosa é um animal dócil, elétrico e inteligente. Essa experiência foi sensacional também.

Em paralelo a toda esta imersão, andar pela floresta em trilhas e palafitas só registraram o meu sentimento de gratidão a toda aquela plenitude natural. Vi a famosa borboleta azul passar por mim (mas não consegui fotografa-la a tempo), convivi com macacos, e estive em contato direto com uma flora altamente plural e viva… Ao ponto de encontrar a tão famosa Sumaúma, a rainha da floresta.

Se tudo o que eu já havia visto, sentido e vivido me completou, deparar-me com uma árvore que chegará até seus 800 anos de vida, foi algo que ainda estou assimilando, pois confesso que me coloquei a repensar no quanto tenho carregado comigo sentimentos que nem sempre são positivos. Comecei a me permitir (re)pensar no que tenho feito comigo, uma vez que se eu não vou chegar nem perto do tempo de vida da Sumaúma, porque carregar efeitos e feitos não tão felizes? A gente tem sempre o direito de escolher. E bem, eu escolhi ser muito feliz!

Foi aí, que na sequência disso tudo eu pude conhecer a tribo nativa da floresta amazônica, os Dessanos. Num misto de emoção com euforia, ouvi histórias sobre como podemos nos conectar energeticamente com o que desejamos e como podemos fazer para nos despir de emoções das quais não nos pertecem. Mágico! Mas ainda assim, extremamente real.

Que experiência meus amigos.
Para toda a vida!

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