VALOR DE MARCA: A FORÇA DO IMPACTO

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Quantas vezes você já quis algo mas pensou que não poderia ter ou acessar porque era caro demais? Quantas vezes você deixou de ir visitar ou até mesmo acessar algo ou alguém porque julgou ser inferior a você?

Todas as vezes em que alguém me questiona como aumentar o seu valor percebido (seja um empresário, um estagiário ou até mesmo um estudante) eu sempre penso que o ponto discutido é o valor do impacto.

Impacto é uma palavrinha que representa tanto e ao mesmo tempo se traduz em tão pouco: colidir. Colidir por sua vez, correlaciona-se com atravessar, debater, tocar, sentir, permitir e fazer. Tudo o que o ser humano do hoje precisa realizar para se manter intacto em tempos de competitividade massiva.

Se pensarmos que a força de interação é pautada pelo impacto que ela criará nas pessoas que a consumirem, conseguiremos compreender que o impacto vai muito além das percepções simples, ele é e faz parte de quem somos.

Impactar alguém para desenvolver uma identificação necessita entender antes de tudo a correlação com alguns aspectos:

Para considerarmos valor percebido, precisamos atribuir qualidade naquilo que será consumido. Sem o critério particular do consumidor sobre o que é qualificável ou não, dificulta a precisão da entrega do que desejamos apresentar. Logo, uma das premissas para determinar qualidade é a determinação do público para quem desejamos apresentar. Entendendo à quem queremos alcançar teremos como finalidade o ponto de qualidade para ser entregue.

Atrelado a qualidade (e aos próximos dois tópicos a baixo), o critério de “disponibilidade” se torna paupável quando percebemos de que nada adiantaria ter algo desejável se ele não estiver disponível. O mercado de alto luxo concentra muito a ideologia do seletivo quanto a disponibilidade da inacessibilidade, tanto quanto o mercado popular incentiva o oposto. Ambos reforçam o poder da fala quando desejamos algo para representar quem somos.

A comunicação é a força de toda e qualquer voz. Tudo, em todos os tempos da história do universo, sempre teve voz (fosse ela falada, escrita, exercida ou desenhada). Portanto, a comunicação perpetua características de envolvimento, perfumada ao valor atribuído para que este seja reconhecido através de sua apresentação, que nada mais é do que a forma como é comunicado.

Quando percebemos que para caracterizar valor percebido necessita-se compreender a efetividade do atrelamento ao bem de consumo (seja ele qual for), enxergamos o poder da escolha do consumidor final, levando-o a aceitar ou não o envolvimento aplicado até então, o que caracteriza a ação como “preço determinante“. Esse ato, além de estar vinculado com os 3 tópicos acima (qualidade, disponibilidade e comunicação), é o ponto de partida para assegurar o retorno pós aquisição, uma vez que é o preço quem determinará se valeu ou não a pena adquirir. Portanto, preço é a percepção final engajada no envoltório que compreende o produto ou serviço.


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