NOVO ANO, NOVAS METAS

Começar 2018 foi simplesmente in-crí-vel. O único motivo, e pra mim o mais especial também, representa um novo ciclo, uma nova era, ou simplesmente, uma boa nova fase.

Terminei 2017 concluindo a graduação em Marketing e em paralelo, finalizando um trabalho de quase 3 anos junto da maior fast fashion da América Latina, onde pude construir um trabalho incrível com o projeto da concept store. Brifado isso, não podia ser diferente compartilhar com vocês as novas expectativas para 2018.

Bem, na verdade, não consigo expor nem um trecho do que virá por agora, afinal, não sou mãe de Ná… Mas já consigo confiar o suficiente para dizer que 2018 já está sendo um ano muito especial.

Sobre o site? Esperem mais referências construtivas sobre Geração Z e todo processo geracional, pois precisamos de mais e mais insights!

Sobre mim? Aguardem novidades profissionais, as coisas vão balançar por aqui de um jeito muito construtivo. E quem sabe o que virá de dentro do meu coração… Certamente mais desabafos afetivos que brilham em números de identificação quando escrevo.

\\ BEM VINDOS À 2018. O ANO SERÁ INCRÍVEL!  

PAMPACATS

Nunca na minha vida imaginei participar da fundação de um time de futebol e ainda praticar o esporte nele. Há 4 meses atrás, quando tive a ideia de montar uma equipe de futebol gay em Porto Alegre, tinha a pretensão no futuro de torna-la uma equipe poliesportiva gay, pois o esporte como um todo é muito machista e homofóbico. Então nada mais justo do que aproveitarmos esse “gap” e darmos visibilidade para quem tanto precisa. Mas eu jamais imaginei que as coisas vingariam tão rápido!

Junto a uma equipe de meninos até então desconhecidos por mim, demos início ao time que vem conquistando os corações da comunidade LGBT brasileira e que neste mês de dezembro acaba de integrar oficialmente a agenda da LiGay (Liga Nacional de Times Gays de Futebol Brasileiro).

PARTE DA EQUIPE DO FUTEBOL

FUTEBOL, VÔLEI & MAIS EM 2018

Hoje a equipe conta com 2 modalidades esportivas: Futebol e Vôlei. Porém, vale adiantar que novidades estão por vir a partir do ano que vem, pois mais duas novas modalidades esportivas entrarão na cartela de esportes ofertados pelo grupo. 

O mais especial de tudo é que fechamos o trimestre com mais de 100 rapazes participando da equipe, fora os incontáveis #PampaLovers (fã clube da equipe!).

Atualmente sou o responsável oficial pela imagem do time, mas em conjunto com a comissão organizadora, auxilio também nas mídias sociais.

PARTE DA EQUIPE DE VÔLEI


FICOU INTERESSADO?

Para maiores informações curtam a fan page no Facebook e acompanhem a equipe no Instagram (@pampacats), lá os stories e o feed são alimentados constantemente. Vocês com certeza irão se divertir.

FUTEBOL: Segundas a partir das 21h30 e Quintas a partir das 22h30
• VÔLEI: Quartas a partir das 19h45 e Sábados a partir das 17h 

AMBOS OS ESPORTES OCORREM EM PORTO ALEGRE - RS, Brasil 
(com algumas alterações de local eventualmente).

QUER ENTENDER COMO PODEMOS NOS APRESENTAR AO MUNDO

Pensado e feito todinho para você! Afinal, pensar que vivemos numa era globalizada é um tanto retrógrado se compreendermos que hoje a comunicação integrada converge entre todas as mídias, uma vez que os canais de comunicação tornaram-se muito mais segmentados e engajados.

CURSO DE MARKETING PESSOAL

DO ON (line) PARA O OFF (line)

Esse engajamento se motiva pelas novas perspectivas oferecidas pelo mundo, ou seja, todo acesso a informação que temos a nossa disposição se dá por canais específicos os quais estamos conectados e dispostos a nos comunicar, compreendendo desta forma a sua imagem perante o mundo, cuja qual irá refletir em quem você é, respondendo ainda por quem você irá se tornar.

Idealizado com o objetivo de auxiliar todos aqueles que procuram melhorar o seu relacionamento com o mundo, o curso de Marketing Pessoal oferecido pela FADERGS através de Matheus Rocca Vecchio Almeida (aka @itbrboy) irá apresentar técnicas de Marketing 4.0, focando na gestão do relacionamento com as mais diversas áreas, dentro e fora da internet, além de exercícios práticos sobre o tema.

QUANDO ELE VAI OCORRER?

• 06/10 (sexta-feira) - Das 18h até as 22h
• 07/10 (sábado) - Das 09h até as 13h
• 13/10 (sexta-feira) - Das 18h até as 22h
• 14/10 (sábado) - Das 09h até as 13h

E O LOCAL + PREÇO?

O curso vai acontecer no Centro Universitário FADERGS no campus Riachuelo, aqui em Porto Alegre. Além disso, ele possuirá 16h certificadas pela instituição acadêmica.

Já o curso tem um valor de R$190,00 em 2x, obtendo maiores informações de inscrição através aqui neste link.

CARTA ABERTA AOS EMBUSTES QUE PASSARAM POR NOSSAS VIDAS

Antes de tudo, um muito obrigado. Talvez você até tenha ciência do grande imbecil que você foi, mas eu precisava compartilhar o meu reconhecimento pela tua passagem em minha vida, principalmente por você ter ido embora.

Não foi um ou tão pouco serão dois, ou meio dúzia, ou trezentos. O número na verdade pouco importa, assim como os Eduardos, Ivans, Diogos, Joãos e todos aqueles que você iria incluir nessa sua listinha de “embustes”.

Embuste, para quem não sabe, vem do português brasileiro popular com a significância de mau partido; pessoa ruim; ou ainda, pessoa que não te fez bem ou que possa ter te prejudicado de alguma forma. Ainda assim, alguém que passou por sua vida.

A gente poderia apontar todas as falhas individuais de cada um, mas vocês sabem, todos somos humanos e não somos plenamente ruins ou plenamente bons. Somos imperfeitos. Acontece que todas as vezes que esses caras me disseram (aqui você pode se colocar no meu lugar) que eu era muito para eles, que eu era intenso por demais, que eu, eu, eu, eu, tudo era eu, e realmente eu não conseguia acreditar e tão pouco compreender porque eles me diziam isso tudo, hoje eu os entendo.

Entendi que na verdade eu não nasci para ser felizinho. Nasci para ser muito feliz! E por querer e merecer ser muito feliz, é que não sirvo para alimentar o ego de ninguém. Ainda mais o afetivo. E é aqui, na lógica racional de nossas emoções, que eu os faço prestar atenção na plenitude de nossas ações: não está errado e nem nunca esteve o fato de fazermos as “coisas” por inteiro, afinal, não sabemos ser metade. Tão pouco esteve errado arriscar em dar certo, uma vez que a vida é feita de tentativa e erro. Mas o erro sempre tem um preço… Eu é quem decidi não ser mais o acerto de contas.

Portanto, a minha gratidão à todos aqueles que já passaram por mim e que de alguma forma souberam com o tempo me fazer reflexionar o quanto cada atitude deles me empoderou e me transformou na pessoa que eu sou. Afinal, eu entendi que na verdade quem não merecia vocês sempre fui, nunca o contrário. Aquele cara que um dia você pisou, ele hoje nao se permite mais.

Ah, e fica um recado: tentem não vacilar mais para vocês mesmos, uma vez que brincar com os sentimentos dos outros jamais será para o outro.

A vida da gente é feita de escolhas, e eu escolhi ser Muito Feliz!

O NOVO MODELO DE ESCRAVIDÃO

Quando pensamos em Escravidão logo nos remetemos ao período onde a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, abolindo a escravatura do Brasil e assim, erradicando-a do planeta. Mas estamos enganados. O regime escravista ainda é muito presente no mundo todo, por isso, acredito ser interessante explicar o significado segundo o dicionário brasileiro Aurélio sobre “o que é Escravidão”:

  • Circunstância em que se encontra o escravo; condição da pessoa que serve; servidão: a escravidão é inconstitucional. 
  •  Governo ou sistema que se baseia na escravização de indivíduos; escravismo. Que se sujeita ou tende a se sujeitar a um poder arbitrário (déspota); sujeição: falta de liberdade.

PORÉM, TEMOS UM OUTRO PROBLEMA DE LEITURA!

A Escravidão não é apenas afirmada pela maneira abusiva a qual a relacionamos diretamente quando a remetemos ao passado. Ela está presente no nosso sistema de trabalho atual e precisamos atentar mais sobre ela, justamente com a intenção de modificarmos o cotidiano trabalhista e assim, darmos melhores condições de trabalho para todos:

Quando digo que a Escravidão está presente no nosso sistema de trabalho, quero afirmar que ela se enquadra na leitura de mais de 8 horas de serviços prestados, obrigando seus colaboradores a trabalharem (indiretamente) a mais do que o horário combinado, recebendo um pouco mais do que um salário mínimo por mês.

A diferença do cenário de 1888 para 2017 é que hoje temos o auxílio da internet, desenvolvida por uma geração de millenials que abomina qualquer forma de trabalho que possa prejudicar o ser. Ou seja, vivemos um cenário mais exposto e analítico, mas ainda assim, discreto quanto a aceitação do trabalho escravo.

Imagine você sendo um trabalhador de classe baixa, média-baixa ou até média, num país continental como o nosso Brasil, você inevitavelmente precisa pagar as suas contas e dar segmento para a sua vida. Por linhas gerais, essa é a realidade. O ponto chave desperta-se quando o indivíduo opta em aceitar um emprego que com as características já citadas a cima, o instigam a acreditar que ele não é capaz de conseguir algo melhor do que o que ele vive de realidade, que o seu emprego atual deve ser valorizado como única possibilidade, pois o mundo está muito duro e apertado com relação as oportunidades. Portanto, fazer parte da empresa você até já faz doando-se mais do que o necessário, mas não se engane, você é apenas um número, não um resultado significante. E é exatamente aqui que peço para refletirmos.

SOMOS NÚMEROS
X
SOMOS PESSOAS

Fomos os últimos no mundo todo a aceitar a libertação de pessoas como serventes, contando-as em ordem numérica com a intenção de ostentar a serventia, isso em 1888. Na atualidade (de 2017), os índices de grandes empresas listadas como as melhores para se trabalhar no Brasil (clique aqui), chocam quando nos deparamos com relatos de que a estimulação da dependência e a não integração de seus funcionários no plano de desenvolvimento integrado, é algo que preocupa a mim e certamente a toda geração Z. Afinal, nós queremos fazer parte do negócio, nos sentindo integrados a empresa e próximos do aprendizado, não da serventia numérica.

Se você faz parte de um local de trabalho que começou a adequar-se ao modelo “Google” de negócio, atente se o hype da sua empresa é realmente verdadeiro. Grandes corporações tem oferecido saída antecipada nas sextas-feiras (geralmente no meio da tarde) aos funcionários que trabalham em seus escritórios, mas os obrigando a pagar toda essa carga horário com horas extras ao longo da semana. Há ainda aquelas que liberam seus funcionários para o “home-office” na tentativa de mostrarem ao mercado que são hypadas… Mas atentem, elas exigem que os funcionários estejam disponíveis em suas telas para todo o momento de trabalho (as vezes maior do que se fosse na empresa) quando forem solicitados. Ou ainda, empresas varejistas com subcargos do subcargo para seus funcionários em áreas administrativas ou comerciais, que os incentivam a integrar suas funções (de modo numérico), alternando horários e carga-horária de trabalho como se o funcionário não tivesse vida. Novamente, essas empresas tornam por acabar influenciando e fazendo seus colabores a acreditarem que suas função é a única oportunidade de vivência dentro do mercado e que caso ele não queira fazer parte dela ele tem a opção de ficar sem nada pois a empresa é a única que lhes abriu as portas.

2017, EM QUE ERA VIVEMOS?

A era da relação. Venho falando muito e tendo um bom espaço para propagar interações sobre e com a Geração Z, o que me possibilita afirmar o quanto essa geração precisa (e quer) se relacionar com o mundo. Isso representa todo o novo olhar que nos próximos 10 anos vão estar integrados ao mercado mundial.

Portanto, pensar e propagar a intenção abusiva do trabalho, mantendo seus colaboradores como números e não como parte do sistema de modo real e justo (com boas condições de remuneração e aprendizado na empresa), registram no tempo o atraso em que a sua corporação ainda insiste em preservar.

Não adianta mentir midiáticamente sobre ser uma boa empresa, pois já sabemos da divisão de RH, e na maioria das vezes ela prioriza, disfarça, omite e reafirma dados falsos sobre como a empresa realmente é.