SOBRE QUERER O MUNDO (E COMPARTILHAR ELE COM OUTROS)

No ano em que uma geração inteira torna-se maior de idade pela primeira vez, correlaciona-se o entendimento de que o mundo já não é mais um espaço pertencente, mas sim, colaborativo.  Colaborar, segundo o dicionário, significa compartilhar, palavra esta que (re)traduz o sentimento do “amanhã”, entendido hoje, como o agora.

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Em pleno 2017 existir pessoas que ainda insistem em pensar que terem ideias é pensamento único e exclusivo delas, é o tipo de modelo de negócio que já não funciona mais. Vivemos um momento onde o “ter” não representa o “ser”, e vejam só, “ser” também não assegura o “ter”. Essa logística de entrepeneurial thinking colabora para que percebamos a necessidade em partilhar mais do que momentos, mas gerarmos oportunidades em conjunto.

O JOVEM DO AMANHÃ É O JOVEM DO HOJE

Todos aqueles que ainda encaram o jovem de XX anos como aprendiz do conhecimento, esquecem-se da principal regra da aprendizagem: estamos em constante aprendizado, ou seja, aprendemos a todo o instante. Por isso, fazer do agora o amanhã, é a percepção certa de ganho em investimento naqueles que podem e certamente poderão auxiliar ainda mais empresas, marcas e investidores a lucrarem. O colaboradorismo da oportunidade apresenta a solução para que mais e mais lucro sejam alcançados, onde a troca seja contínua, uma vez que todos aprendem em vivências, referências e significados.

Portanto, viver o mercado, passando por quaisquer que sejam as empresas, não é uma tarefa simples. Seguir este trajeto significa “vestir a camiseta”, independente do nível de engajamento que seja aplicado, viver a experiência de mercado angaria crescimento de currículo, mas oportuniza também, vivência de mundo. Aqui o ponto em questão é relembrar que a geração atual já traz o conhecimento de casa, uma vez que a geração anterior criou a internet e oportunizou o compartilhamento de informações, mas não oportuniza o traquejo físico-online que só o mercado pode oportunizar através das experiências vividas nele.

Este foi o grande gancho para chegarmos onde estamos. Mas isso não significa tudo, pois as vivências de vida e as experiências individuais, fazem do coletivo o escape certo para o crescimento em conjunto, que pode levar ao sucesso (seja ele compreendido como for) ou permanecer na busca por tal.

E AGORA, O QUE ESPERAR?

Esperamos que o mundo continue querendo abrir os seus olhos, pois afinal, o horizonte não é mais o mesmo. Agora, ele consegue reproduzir o tão esperado amanhã em forma de atualidade.

Uma grande quantidade de empresários e gestores acreditam que o seu conhecimento é o válido, e quando não o possuem, o compram. Ainda assim, permanecem a acreditar que o conhecimento deles é o maior. Esse tipo de mentalidade só atrasa e não retifica o asseguramento de bons profissionais, afinal, já entendemos que dinheiro não é tudo, queremos é fazer parte do negócio. E é este sentimento que os inteligentes já adquiriram.

GERAÇÃO Z | 4 ASPECTOS IMPORTANTES

Nascidos a partir de 1996 a Geração Z ganha em 2017 uma notável representatividade de mercado, afinal, agora com a maioridade internacional (21 anos) começamos a ter voz de poder de compras efetivo (financeiro), social, político e principalmente, comportamental. Confira 4 aspectos importantes dessa geração que entende o amanhã como o agora. ENTENDA MAIS SOBRE

COLABORADORISMO 

Gostando de colaborar, a GEN Z quer se sentir parte de algo, sentir que co-cria a ideia, a ação, o movimento, a interação. Para a Geração Z, colaborar significa muito mais do que ganhar, porque a ideia de “ganho” a partir de agora ganha um novo significado, logo a lógica WIN WIN nunca fez tanto sentido como nos tempos atuais. Completamente diferente dos Baby Boomers, da GEN X ou da GEN Y, os não-milleniums gostam de consumir produtos ou serviços que sejam compartilhados, logo serviços como Uber, Cabify, IFood, Netflix e Spotify fazem tanto sentido, assim como as milhares de feiras de rua que voltaram a tomar os espaços públicos nas principais cidades do Brasil, pois todos tem o ideal de colaborar, dando a oportunidade de qualquer pessoa vender, comprar ou mesmo consumir indiretamente qualquer um de seus serviços/produtos.

QUEREMOS TER UM CHEFE

Diferente da Geração Y que não trocou ou ainda troca de emprego, mas sim de chefe; que precisa empreender, mesmo que isso signifique deixar sua cidade para trás e ir morar em outra; que precisa causar inveja à outrem exibindo seus êxitos nas redes sociais, exaltando qualquer atitude ou posição que acredite ser convicta com seus valores e que possa lhe rentabilizar audiência; a Geração Z é uma geração que vem apresentando entendimentos sobre a necessidade em se aprender com pessoas que viveram mais e por isso podem ajuda-los a chegar onde desejarem. A ideia de bater ponto numa empresa é entendida pela geração como uma etapa necessária para ir mais além.

Compreendem que para se chegar ao cargo de CEO (seja das suas vidas, seja de alguma holding) eles precisam vivenciar algumas outras experiências no mercado, com pessoas que possam agregar o valor experiência e que os façam perceber essa integração dentro da empresa. Logo, eles precisam se sentir parte de qualquer/algum projeto, o que vem demonstrando grande índice de engajamento em plataformas como YOUTUBE, que é a nova televisão colaboradora, uma vez que a audiência influencia o impacto de engajamento, de atrações e de materiais publicados.

NETWORKING

Por conta da herança concedida pela Geração Y, a GEN Z entende que serve de ponte para pessoas o tempo inteiro. Isso significa que quando se aproxima de alguém, ela serve de conexão para essa pessoa à outras pessoas, o que fará com que essas outras pessoas conectem mais pessoas e assim por diante. Esta é a base do networking e essa geração parece interpretar o sentido disso como nenhuma outra ainda aplicou.

O amigo do amigo de repente virou seu amigo, o que pode refletir num estágio novo, em novas oportunidades ou em maior conexão com o mundo. As pessoas costumam não dar atenção para o porteiro, para aquela tia que lhe incomoda, para a mãe…, mas elas esquecem que todas essas pessoas conhecem mais pessoas e que podem falar ou apresenta-las para outras pessoas. Atentos a esta oportunidade, a Geração Z vem reinterpretando os valores do Networking e assim, criando mais vínculos com mais pessoas.

SEM FRONTEIRAS, SEM BARREIRAS

Oriundos de um excesso de informação e vivendo num mundo sem barreiras linguísticas ou fronteiras físicas, a Geração Z entende a necessidade em se comunicar com o mundo, e neste caso, comunicar-se significa falar ou transcrever algo em qualquer língua, pois são filhos da Era Google, significando ter a tradução simultânea de qualquer informação.

Essa facilidade orienta-os a uma construção futura do agora, que significa aprender cada vez mais e principalmente, construir em conjunto com pessoas que muitas vezes ele não conhecem pessoalmente mas que fazem parte do seu dia a dia e que os auxiliam a serem quem são.

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CAMPANHA FADERGS IV FEIRA DE EMPREGABILIDADE & EMPREENDEDORISMO

Em abril fui convidado pela Laureate FADERGS para participar da campanha de divulgação da IV Feira de Empregabilidade & Empreendedorismo. Fui garoto propaganda mais uma vez e foi muito especial, pois o tema dessa edição era DIVERSIDADE E INCLUSÃO.

Além disso, fui também palestrante do evento mais uma vez, mas isso eu conto em outro post.

Acho legal compartilhar que para as fotos da campanha a rede Laureate (detentora de Harvard e outras famosas instituições) me estudaram nas redes sociais e perceberam em mim alguém que teria os indicativos para mostrar a diversidade no mercado de trabalho.

A FOTO USADA COMO REFERÊNCIA POR ELES

Através do instagram (@itbrboy) e do facebook acabei compartilhando essa minha foto usada num evento aqui em Porto Alegre. O conjuntinho foi um garimpo encontrado num brechó de caridade, cujo qual pertenceu aos anos 1980 (ele tinha até ombreiras, mas optei por tira-las). O que acharam da proposta?

Por isso acabei vestindo saia na campanha, afinal, vivemos num mundo comercial que precisa ser cada vez mais democrático.

RESULTADO DO LOOK DA CAMPANHA

Eu realmente adorei o convite e a oportunidade!

EXTENSION CLASS: MARKETING PESSOAL PARA FASHION DESIGNERS

Agora é oficial: virei professor universitário, sim!

Nunca, nesses 6 anos de site, pensei que isto iria acontecer da maneira como aconteceu. Deixe-me explicar: a UniRitter (uma das maiores universidades do Sul do País), possui um programa que muitas instituições de ensino possuem chamado “Extension Class” ou “Curso de Extensão“. Dessa forma, nesse verão, fui convidado para integrar o corpo docente da instituição dando aula no curso de Marketing Pessoal para Fashion Designers, onde irei junto de Haisa Hofmann, apresentar técnicas e instruir a construção da imagem pessoal, para estudantes de moda, comunicação, design, administração, arquitetura e marketing.

Estou realmente muito ansioso, pois as aulas irão iniciar-se a partir do dia 23/01 até o dia 26/01. Também estamos sujeitos a repetir o curso ainda neste semestre na instituição, que aliás, pertence ao grupo internacional Laureate (o mesmo que representa Harvard).

Se você se interessou pela oportunidade, por favor, não exite em se inscrever no site: clica aqui! Qualquer dúvida, estou em plena disposição no @itbrboy. Eu espero vocês lá!